||| 01 de março DE 2026 ||| domingo ||| dia da discriminação zero ||| "Acredite em milagres, mas não dependa deles". (Immanuel Kant) |||

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O Dia Mundial de Zero Discriminação, celebrado em 1º de março, é uma data dedicada a promover a igualdade, o respeito e a inclusão em todo o mundo. O objetivo é conscientizar a sociedade sobre os efeitos nocivos do preconceito, estigmas e desigualdades, defendendo os direitos de todas as pessoas, independentemente de raça, gênero, orientação sexual, religião, idade ou condição social. A data reforça a ideia de que cada pessoa merece ser tratada com dignidade, sem sofrer discriminação ou exclusão. Por que a discriminação precisa ser combatida? A discriminação pode se manifestar de diversas formas, como: Racismo, sexismo e homofobia Preconceito religioso ou cultural Exclusão de pessoas com deficiência Estigmatização de pessoas em situação de vulnerabilidade. Essas atitudes não afetam apenas indivíduos, mas prejudicam a sociedade como um todo, gerando desigualdade, injustiça e sofrimento. criança cadeirante brincando com não cadeirantes no parque Como celebrar o Dia Mundial de Zero Discriminação Algumas formas de participar da data incluem: Promover ações de conscientização em escolas, empresas e comunidades Apoiar grupos e organizações que defendem direitos humanos Denunciar preconceitos e atitudes discriminatórias Refletir sobre comportamentos pessoais e atitudes inclusivas Compartilhar mensagens de respeito, diversidade e igualdade nas redes sociais. Uma sociedade mais justa começa com cada um de nós O Dia Mundial de Zero Discriminação lembra que pequenas ações individuais podem gerar grandes mudanças coletivas. Tratar todos com respeito, valorizar as diferenças e lutar por igualdade são passos essenciais para um mundo mais humano, seguro e inclusivo. Celebrar esta data é compromisso com a dignidade de todos e com a construção de uma sociedade livre de preconceitos.


Martin Luther King Jr. (nascido Michael King Jr.; Atlanta, 15 de janeiro de 1929 – Memphis, 4 de abril de 1968) foi um pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968. King é amplamente conhecido pela aplicação do princípio da desobediência civil e da não violência à luta por direitos políticos, inspirado por suas crenças cristãs e pelo ativismo não violento de Mahatma Gandhi. King liderou em 1955 o boicote aos ônibus de Montgomery e posteriormente se tornou o primeiro presidente da Conferência da Liderança Cristã do Sul (abreviado em inglês como SCLC). Como presidente da SCLC, ele liderou sem sucesso em 1962 a luta contra a segregação em Albany, e foi um dos participantes que organizaram os protestos não violentos de 1963 em Birmingham. King ajudou na organização da Marcha sobre Washington onde ele ditou seu famoso discurso "Eu Tenho um Sonho" (em inglês: "I Have a Dream") aos pés do Memorial de Lincoln. No dia 14 de outubro de 1964, King ganhou o Prêmio Nobel da Paz por combater o racismo nos Estados Unidos através da resistência não violenta. Em 1965, ele ajudou a organizar as Marchas de Selma a Montgomery. Nos últimos anos de sua vida, ele ampliou seu ativismo contra a pobreza e a Guerra do Vietnã. O diretor do FBI J. Edgar Hoover achava King um radical e fez dele alvo do programa de contrainteligência a partir de 1963. Os agentes do FBI o investigaram por possíveis laços comunistas, ameaçaram tornar público suas supostas relações extraconjugais e o denunciaram para agentes governamentais e, em 1964, mandaram a King uma carta ameaçadora anônima, o qual ele interpretou como uma tentativa de alguém a incentivá-lo a cometer suicídio. Antes de sua morte, King estava planejando uma ocupação em Washington, D.C., que seria denominada Campanha dos Pobres, quando ele foi assassinado em 4 de abril de 1968, em Memphis. Sua morte causou forte reação e foi seguida por manifestações em várias cidades dos Estados Unidos. Alegações que o assassino convicto de King, James Earl Ray, ter sido coagido ou agido em conjunto com agentes do governo persistiram por décadas após o tiroteio. King foi premiado postumamente com a Medalha Presidencial da Liberdade e a Medalha de Ouro do Congresso. O Dia de Martin Luther King foi estabelecido como feriado em cidades e estados dos Estados Unidos a partir de 1971; o feriado foi promulgado a nível federal por uma legislação assinada pelo presidente Ronald Reagan em 1986. Centenas de estradas nos EUA foram renomeadas em sua honra, e um condado em Washington foi dedicado a ele. O Martin Luther King Jr. Memorial no National Mall em Washington D.C. foi inaugurado em sua homenagem em 2011. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Luther_King_Jr.}


domingo, 23 de maio de 2021

Atenção Workaholics, pesquisa informa risco de morte.


 Lendo a revista Veja desta semana - edição 2739 de 26 de maio - na seção "Sobre/Desce" - pag. 23 li, na relação do que "desceu" a seguinte informação "WORKAHOLIC - Alerta aos adeptos do tudo em nome da carreira: trabalhar mais de 55 horas por semana causa risco de morte, segundo estudo da OMS e da OIT"

Imediatamente acendeu a minha luzinha da Oficina de Gerência. Opa! Assunto do maior interesse para o blog! Fui pesquisar no Google achei o artigo que informava sobre a pesquisa (abaixo)abaixo no site da revista Exame.

A novidade para mim foi precisar de uma pesquisa para se chegar ao óbvio. É mais do que sabido que o vício do trabalho em excesso é extremamente prejudicial à saúde. Acho que o que chamou a atenção foi a pesquisa apontar risco de morte . Veja, abaixo, um trecho do artigo:
  • "No primeiro estudo global sobre os efeitos dos horários excessivos na saúde dos trabalhadores, a OMS e a OIT concluíram que trabalhar 55 ou mais horas por semana aumenta em 35% o risco de morte por AVC e em 17% por doença cardíaca, em comparação com uma semana de trabalho de 35 a 40 horas."
A "Síndrome do Burnout" é o principal efeito do excesso de trabalho, na minha opinião. Não observei o autor do texto da Exame se referir a ela.  Aqui no blog escrevi vários artigos sobre a questão dos workhalics e da síndrome (procure na seção "pesquisar este blog" na aba lateral).

De qualquer sorte a matéria da Exame faz uma abordagem mais moderna e mais consistente do problema. É uma leitura altamente recomendável para o público da Oficina de Carreira. Recomendo.




Trabalhar mais de 55 horas por semana aumenta risco de morte, diz OMS

Estudo concluiu que trabalhar 55 ou mais horas por semana aumenta em 35% o risco de morte por AVC e em 17% por doença cardíaca


Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) concluiu que, em 2016, 745 mil pessoas morreram por acidente vascular cerebral (AVC) ou por doenças cardíacas em consequência das longas horas de trabalho. No momento em que a pandemia mudou profundamente o mundo laboral, os especialistas alertam para um aumento dos riscos associados às longas horas de trabalho e apelam à adoção de uma legislação que limite a carga horária.


No primeiro estudo global sobre os efeitos dos horários excessivos na saúde dos trabalhadores, a OMS e a OIT concluíram que trabalhar 55 ou mais horas por semana aumenta em 35% o risco de morte por AVC e em 17% por doença cardíaca, em comparação com uma semana de trabalho de 35 a 40 horas.


Em 2016, o estudo estima que 745 mil pessoas foram vítimas de doenças provocadas pelo excesso de horas de trabalho: 398 mil morreram de AVC e 347 mil de doenças cardíacas. Entre 2000 e 2016, o número de mortes por doenças cardíacas devido a longas horas de trabalho aumentou 42% e por AVC, 19%.

A pesquisa, publicada nesta segunda-feira (17) na revista científica Environmental International, mostrou ainda que 72% das mortes em consequência da jornada extensa correspondiam a homens com idades entre 60 e 79 anos, que trabalharam 55 ou mais horas por semana entre os 45 e 74 anos.


Segundo o estudo, as pessoas que vivem no Sudeste Asiático e na região do Pacífico Ocidental foram as mais afetadas. Nas regiões com mais leis regulamentadas que limitam as horas de trabalho, como a Europa ou a América do Norte, a incidência de mortes por problemas cardiovasculares é menor.

A OMS e a OIT estimam que quase um em cada dez trabalhadores em todo o mundo (cerca de 480 milhões) tem de trabalhar mais de 55 horas por semana e esse número está aumentando, pondo ainda mais pessoas em risco de invalidez e morte precoce.

Pandemia

Essa tendência pode ser ainda mais agravada devido à pandemia de covid-19, que mudou profundamente o mundo laboral. Embora o estudo não tenha incluído o período da pandemia, a OMS lembra que o recurso ao teletrabalho e a desaceleração econômica podem ter aumentado os riscos associados às longas horas de trabalho.

“Temos provas que demonstram que quando os países entram em confinamento, o número de horas de trabalho aumenta em cerca de 10%”, explica Frank Pega, funcionário da OMS envolvido no estudo.

“A pandemia de covid-19 mudou significativamente a maneira como muitas pessoas trabalham”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom. Para ele, o teletrabalho passou a ser adotado em vários setores e, muitas vezes, vai além das fronteiras entre casa e trabalho. “Além disso, muitas empresas foram forçadas a reduzir ou encerrar atividades para economizar dinheiro e as pessoas que permanecem empregadas acabam por trabalhar mais horas. Nenhum trabalho compensa o risco de acidente vascular cerebral ou de doença cardíaca. Governos, entidades patronais e trabalhadores precisam trabalhar juntos para chegar a um acordo sobre limites e proteger a saúde dos trabalhadores”, pediu Tedros Adhanom.

Se quiser ler o texto no site da Exame clique aqui.



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