||| 16 de maio DE 2026 ||| sábado ||| Dia do gari ||| "A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". (Sun Tzu) |||

Bem vindo

Bem vindo

O Dia do Gari é comemorado anualmente em 16 de maio, em todo o Brasil. Esta data tem o objetivo de homenagear os profissionais responsáveis em manter as ruas, praças e praias limpas de todo o lixo gerado naturalmente ou por ação do ser humano. No Brasil os garis não recebem o devido respeito e visibilidade que merecem, pois é graças ao seu trabalho que os cidadãos podem viver em uma cidade mais limpa e bonita. É muito importante cada indivíduo fazer a sua parte e não jogar lixo nas ruas. O termo "gari" surgiu em homenagem ao francês Pedro Aleixo Gary, que ficou conhecido por ser o fundador da primeira empresa de coleta de lixo nas ruas do Rio de Janeiro, em 1976. Assim, os cariocas quando queriam que as ruas fossem limpas após a passagem dos cavalos, chamavam os "garis".


Kamal Ravikant é um autor e investidor indiano-americano, conhecido principalmente pelo livro motivacional Love Yourself Like Your Life Depends On It (em português: Ame a si mesmo: sua vida depende disso), que se tornou um best-seller mundial. Além de escritor, ele também atua como venture capitalist no Vale do Silício

MAIO


 



domingo, 9 de dezembro de 2007

Julgamento precipitado.

Leio nos jornais de hoje que o delegado encarregado do caso da nadadora Rebeca Gusmão, após interroga-la, disse haver se precipitado (leia-se errado de forma fragorosa) ao inculpar a atleta sem antes ouvi-la.

Isto nos remete a um dos principais problemas das corporações qual seja o da injustiça gerencial. Quem ainda não presenciou ou ouviu falar de casos semelhantes? Alguém, aparentemente, comete uma falha e o chefe imediato ou até mesmo os colegas o responsabiliza de pronto.

Nada pior para envenenar o ambiente de trabalho do que uma chefia precipitada nos seus julgamentos. É desnecessário descrever os malefícios que uma circunstância destas ocasiona.

Pois foi assim que procedeu o delegado do caso Rebeca. Precipitou-se, ao aponta-la como culpada sem sequer ouvir a atleta; depois teve que voltar atrás e reconhecer que havia errado. Alguém poderá dizer que ele teve a hombridade de reconhecer o erro, mas isto não está correto. A falha original foi dele, como autoridade, ao se precipitar sem ter todos os elementos básicos na mão, para emitir seu juízo. Não há desculpas para esse tipo de atitude por quem tem a responsabilidade de comandar.

Assim acontece - da mesma forma - com aqueles que não sabem interagir com suas funções de gerente. São os anões do mundo corporativo. Esta é uma das grandes diferenças entre o gerente, o chefe e o líder.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Um comentário:

  1. Eu acho que a Rebeca é inocente. Tem muita história mal contada ai nesse negócio.

    ResponderExcluir

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.