Confira a ordem dos desfiles do Grupo Especial de 2026: Domingo (15 de fevereiro): Acadêmicos de Niterói - 21h45 * Imperatriz Leopoldinense - entre 23h20 e 23h30 * Portela - entre 0h55 e 1h15 * Estação Primeira de Mangueira - entre 2h30 e 3h # Segunda-feira (16 de fevereiro): Mocidade Independente de Padre Miguel - 21h45 * Beija-Flor de Nilópolis - entre 23h20 e 23h30 * Unidos do Viradouro - entre 0h55 e 1h15 * Unidos da Tijuca - entre 2h30 e 3h # Terça-feira (17 de fevereiro): Paraíso do Tuiuti - 21h45 * Unidos de Vila Isabel - entre 23h20 e 23h30 * Acadêmicos do Grande Rio - entre 0h55 e 1h15 * Acadêmicos do Salgueiro - entre 2h30 e 3h #

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Maria do Carmo Miranda da Cunha (Marco de Canaveses, 9 de fevereiro de 1909 – Beverly Hills, 5 de agosto de 1955), mais conhecida como Carmen Miranda, foi uma cantora, dançarina, e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil e nos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão. Foi considerada pela revista Rolling Stone como a 15ª maior voz da música brasileira, sendo um ícone e símbolo internacional do Brasil no exterior. Apelidada de "Brazilian Bombshell", Miranda é conhecida por seus figurinos extravagantes e pelo chapéu com frutas que costumava usar em seus filmes estadunidenses, fazendo desses elementos sua marca registrada. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Carmen_Miranda)


terça-feira, 27 de novembro de 2007

Desastre na Fonte Nova - Consequência de Má Gestão.


Difícil fugir da conclusão sobre razões que levaram ao acidente do último domingo no estádio da Fonte Nova em Salvador. Má gestão pública. Desnecessário se produzir os intermináveis e infrutíferos inquéritos e comissões. Basta ver as fotos do estádio e ouvir especialistas técnicos e membros do Ministério Público que preveniram o desastre e não foram ouvidos.
O estádio - que é administrado pelo governo estadual - não poderia estar aberto para receber um público daquela magnitude. Provavelmente para receber público nenhum. E já de há muito tempo. Agora, depois da porta arrombada, vidas perdidas e dilaceradas o poder público toma as providências. E pelo que está noticiado o desastre poderia ter sido muito pior. Infelizmente é assim que têm agido grande parcela dos executivos nos organismo oficiais, em todos os níveis e esferas da Administração Pública.
Fico a imaginar quantas foram as oportunidades para se fazer antes o que fizeram agora. Fechar o estádio. Seria uma decisão administrativa, gerencial e executiva. Salvaria vidas e não foi tomada. Por que? Respondo sem medo de errar: a esfera de decisão do Governo da Bahia que poderia ter evitado o desastre não acreditou nos técnicos que recomendaram, reiteradas vezes, o fechamento da estrutura. E não acreditou porque é despreparada.
É, certamente, um político que está no cargo à cata de popularidade e votos para algum cargo eletivo e não consegue medir - por pura incompetência gerencial - a consequência de uma decisão errada e longe de atender ao interesse público. Manter o estádio aberto mesmo com todos os avisos contrários. Está ai o resultado...

Não é um exemplo isolado. Isto ocorre centenas de vezes por dia nas repartições, nas prefeituras, nas secretarias de governo e nos ministérios. Gente despreparada cuidando do bem estar público. O desastre da Fonte Nova é apenas a face mais visível dos danos que este tipo de preenchimento de cargos públicos acarreta.
Até quando a boa gerência será marginalizada na Administração Pública?

Clique no link para se informar em detalhes:

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