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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




sábado, 14 de março de 2009

Ismael Silva, um dos pais do Samba morreu nesta data em 1978.

14 de março de 1978 — O samba de Ismael Silva

Jornal do Brasil: A morte do sambista Ismael Silva
O sambista Ismael Silva criou com Bide, Marçal, Bucy Moreira, Baiaco, Brancura e Mano Edgar a primeira escola de samba do país, a Deixa Falar, no Estácio. A agremiação surgiu 11 anos depois de Donga lançar Pelo Telefone, sucesso do carnaval de 1917, o primeiro samba gravado no Brasil.
Em meados dos anos 60, Ismael explicou ao jornal Correio do Manhã a origem do nome da Deixa Falar: "Naquela época, existia uma grande rivalidade entre os blocos, e todos se achavam superiores. O pessoal do Estácio dizia: 'Deixa falar'. Eles achavam que os sambistas de lá eram melhores e não admitiam que ninguém pudesse diminuí-los". Na mesma entrevista, o sambista contou como surgiu o termo escola de samba: "Perto da nossa sede ficava a Escola Normal para mulheres. Lá as professoras ensinavam a cozinhar, e na Deixa Falar a gente ensinava o samba. Ficou então escola de samba".

A grande novidade da Deixa Falar foi a introdução de instrumentos de percussão na música porque até então os sambas eram acompanhados por violões, pandeiros, violinos e castanholas. Nessa época, o samba era parecido com o maxixe, e Ismael achou por bem mudar a batida para ajustá-la ao ritmo dos desfiles. Em 1932, a primeira escola de samba do país virou um rancho carnavalesco.

Ismael nasceu em 1905, em Niterói, mudou-se com a mãe aos 3 anos para o Largo do Estácio e morou em uma casa de cômodos até meados dos anos 30. Ismael e outros bambas, como Bide, Marçal, Bucy Moreira, Baiaco, Brancura e Mano Edgar costumavam se reunir na subida do Morro São Carlos, no mesmo bairro.

O sambista foi o autor de mais de 200 músicas, e entre as mais famosas estão Se você jurar e Antonico. Em 1931, Ismael deixou o Estácio e foi morar no Centro onde conheceu, por intermédio do cantor Francisco Alves, Noel Rosa ,que se tornou seu parceiro. A partir daí suas composições começaram a ser gravadas por vários intérpretes, entre os quais João de Barros, Silvio Caldas e Carmen Miranda. Ismael ficou esquecido na década de 40, mas seus sucessos foram recuperados na década de 50. Participou do Primeiro Festival da Velha Guarda, fez vários shows, além de gravar como intérprete as próprias músicas. O sambista morreu aos 72, vítima de enfarte. 

 

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