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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




sexta-feira, 6 de março de 2009

Ilha Grande, de presídio tenebroso a reserva ecologia a partir desta data (1987)

6 de março de 1987 — Ilha Grande é reserva biológica
Jornal do Brasil: Ilha Grande
A Reserva Biológica da Ilha Grande foi criada para preservar o ecossistema exuberante da região, que abrange 106 praias – cada uma com suas características próprias – fauna e flora raras, incluindo espécies ameaçadas de extinção. O local faz parte da Área de Proteção Ambiental dos Tamoios, os primeiros habitantes desse território.
Os moradores, veranistas e biólogos consideraram a medida insuficiente para defender o paraíso ecológico e fizeram uma campanha pelo tombamento da região. O temor era de que houvesse uma invasão imobiliária e turística depois da desativação do presídio da Ilha Grande, o que aconteceu em 1994. O impasse acabou quando o então governador do Estado do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, cedeu à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) a área que havia sido ocupada pela Colônia Penal Cândido Mendes, e onde em 1998 foi instalado o Centro de Estudos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável (Ceads).
Devido a sua localização privilegiada, a Ilha Grande foi usada desde o seu descobrimento em 1502 como ponto para contrabando de mercadorias, tráfico negreiro e pirataria. O cultivo de café e de cana-de-açucar foi iniciado no século 18 e se estendeu até o século 19. Dizem que as trilhas hoje lá existentes foram abertas pelos escravos que fugiam das fazendas.
Em 1886 começou a funcionar o Lazareto – posto de triagem que tratava de doentes vindos de navios do exterior, especialmente com cólera. Posteriormente o Lazareto transformou-se em uma colônia para doentes de hanseníase. O local ficou abandonado até 1940, quando foi reformado e deu lugar ao presídio Cândido Mendes, por onde passaram presos políticos do Estado Novo e posteriormente da ditadura militar, além de prisioneiros comuns, transferidos da Colônia Dois Rios, também na Ilha Grande. Entre os que cumpriram pena no local estão os escritores Graciliano Ramos e Orígenes Lessa, assim como os revolucionários Flores da Cunha e Agildo Barata. Passaram por lá igualmente delinquentes famosos, como o assaltante de banco Lucio Flávio, o traficante Escadinha e o travesti Madame Satã.

 

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