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Bem vindo

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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




sexta-feira, 20 de junho de 2008

Falta ambição às mulheres?

"Se a mulher for suficientemente ambiciosa e, ao mesmo tempo, determinada e talentosa, não há praticamente nada que não possa realizar" (Helen Sawrenson - escritora americana -1904/1982)
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Recebi este artigo pelo "mailing" da HSM e logo resolvi que o publicaria antes de alguns outros que estão aguardando na fila do blog. A abordagem da autora - Anna Fels - premiada psiquiatra americana fala das dificuldades da mulher, no mundo corporativo, em lidar com suas ambições e ao mesmo tempo manter-se feminina. Acho que este é um dos maiores desafios nas vidas das mulheres que querem seguir o "caminho do sucesso".
A artigo é curtinho, mas absolutamente objetivo. Confiram
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. (foto do artista Simon Winall da GettyImages)

Falta ambição às mulheres?
(por Anna Fels*)

"Hoje, as mulheres têm, como nunca tiveram antes, mais oportunidades para atingir seus objetivos de vida. Então, por que muitas delas abandonam seus sonhos?
Não é uma questão de falta de ambição: jovens garotas intimamente vislumbram se tornar grandes líderes no mundo dos negócios, diplomatas, artistas e cientistas. Todas elas esperam obter os dois ingredientes essenciais para se sentirem realizadas: dominar habilidades importantes e obter reconhecimento pelo seu sucesso. Porém, quando se tornam mulheres e ingressam na arena profissional ou iniciam a vida familiar, sucumbem aos poderosos imperativos culturais que equacionam ambição e busca por reconhecimento com falta de feminilidade.

O resultado? Para serem vistas como femininas, as mulheres negam seu lado ambicioso, abrem mão do próprio reconhecimento e, pior ainda, abandonam seus sonhos.
Para reverter essa situação, as mulheres precisam ser ambiciosas em relação à ambição – e isso inclui conectar-se com pessoas que têm poder, para conseguir avanços no trabalho e elogios públicos sobre seu sucesso. Quando as mulheres atingem a maestria em novas competências e ativamente clamam por reconhecimento, elas obtêm mais do que objetivos; elas enriquecem a si próprias e, inclusive, as organizações a que pertencem.

Se você é mulher, listamos, a seguir, algumas estratégias para administrar os obstáculos existentes às suas ambições:
» organize-se politicamente: as mulheres vão atrás de suas ambições apenas quando se sentem seguras de que não colocarão em risco os cuidados que dedicam aos seus filhos. Diante disso, elas devem organizar-se com outras mulheres e formar um grupo com um objetivo comum: dar suporte às mães.
» não permita que a sociedade as defina: as mulheres têm muitos papéis conflitantes aferidos a elas: mãe devotada, símbolo sexual, profissional inovadora, esposa dedicada, funcionária competente, dona de casa talentosa, etc. Para ficar acima dessa confusão, defina seus próprios valores, prioridades e identidade. Molde uma vida que tenha significado profundo para si mesma e que ofereça satisfação intensa.
» busque ativamente o reconhecimento: se o reconhecimento não ocorrer espontaneamente, faça conexões com mentores, colegas de mesmo nível hierárquico e pessoas com poder, mesmo que de forma forçada, para facilitar que isso ocorra. Supere todo tipo de resistência pessoal para cultivar relacionamentos baseados em conveniências.
» perceba que nunca é tarde: nunca assuma que é muito tarde para adquirir novas competências, obter promoções ou obter suporte de admiradores."
(Fonte: Harvard Business Review – junho de 2008)
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* Anna Fels, autora do artigo, é a representante de psiquiatria na Faculty Council of the Weill Medical College of Cornell University na New York Presbyterian Hospital e escreve sobre psiquiatria para The New York Times Book Review, The (London) Times Literary Supplement, The Nation, Self, e mais recentemente, para a Harvard Business Review.

PS - Clique no link a seguir para visitar o site e ler o texto no seu contexto original.Falta ambição às mulheres?
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Um comentário:

  1. Excelente artigo este Herbert! Realmente, para nós mulheres, é muito difícil equilibrar tantas funções... Ainda não sou mãe e esposa mas como profissional, tento não deixar meu feminilismo comprometer meu profissionalismo... Infelizmente ainda temos que lidar com pessoas que, ao invés de reconhecerem nossos talentos profissionais, preocupam-se mais em avaliar nosso porte físico (se é que você me entende...), muito complicado... Já passei algumas vezes por isto e acho que sempre me livro bem :)
    Beijos!

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