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||| 04 de abril DE 2026 ||| sábado ||| Dia Nacional do Portador da Doença de Parkinson - sábado de aleluia ||| "A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas." (Francis Bacon) |||

Bem vindo

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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




terça-feira, 8 de abril de 2008

O que é CEO? (30 Lições de Carreira e Vida - Max Gehringer)

Outra idéia que estou iniciando aqui. Mexendo no meu "baú das preciosidades" achei este livreto que a Revista Você da Editora Abril publicou há algum tempo. Tem exatamente 30 textos (lições) super atuais que abordam temas do mundo corporativo sempre tratados com a prosa leve e o bom humor de Max Gehringer.
Vou publicar todas lições, aqui na Oficina. Tenho certeza de que serão de muita utilidade para os leitores e visitantes do blog. A primeira lição é básica. O que é CEO? Eu mesmo só soube muito tempo depois que a sigla já povoava os livros e artigos de consultores. Creio que muitos outros, também, não terão tido a oportunidade ou a curiosidade de saber. Aqui está. Confiram.
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CEO é "presidente". A gente até podia parar por aqui, mas há algumas curiosidades por trás dessa sigla, formada pelas letras iniciais das palavras “chief executive officer”. Começando pelo "chief" . Isso vem lá do latim, caput, "cabeça", e cada povo adotou uma palavra derivada, com sig­nificado parecido, mas não exatamente igual. Em francês "chef" é o cozinheiro-mor. Em italiano, "capo" é alguém que coman­da algum negócio mafioso. Em castelhano," jefe" é a mesma coi­sa que o nosso "chefe", o superior imediato. Mas, em inglês, ninguém diz "the chief" para se referir ao chefe. A última vez que a palavra foi empregada com esse sentido foi no Velho Oeste, nos tempos do Chefe Touro Sentado. Chefe, em em­presa, é "boss". E chief nem é um substantivo, é um adjetivo, e significa "principal".
Por que, então, os americanos não usaram a palavra "prin­cipal", que existe em inglês? Porque principal, sim, é um subs­tantivo, só que não quer dizer "principal". Quer dizer "diretor de escola". É por coisas assim que a gente apanha tanto do idioma inglês.
Agora o "officer". A palavra se parece demais com offíce, "es­critório". Donde vem aquela associação imediata: officer é quem trabalha num office. Não é. Nós só ouvimos essa pala­vra em filme policial americano, quando o guarda pára um motorista suspeito. Que faz aquela cara de inocente e pergunta: "Qual é o problema, officer? "No antigo latim, officium era "uma tarefa". Qualquer uma, tanto braçal quanto intelectual.
Donde derivou, por exemplo, "oficina" (lugar onde uma ta­refa é executada e que em castelhano significa também "es­critório", o que faz mais sentido que o nosso "escritório", que limita a definição a "lugar onde se escreve").
Officer foi uma palavra criada na França, há 600 anos, e queria dizer "o responsável pela tarefa". E explica o que o guar­da do filme está fazendo no meio da rua, longe do escritório. Então, chief officer é "o principal responsável pela tarefa".
E o "executive"? Essa derivou do francês executeur, "execu­tor". Originalmente, o termo latino — ex-equi — significava "punir", "aplicar uma sentença". Os americanos criaram a pa­lavra executive exatamente para diferenciar o executante da tarefa mental do executor do castigo físico (vulgo carrasco). Mas muito executivo por aí parece que ainda não percebeu essa sutil diferenca...
O CEO é, então, o Principal Responsável pela Execução da Tarefa. Só que, nas megacorporacões, "A Tarefa" envolve cen­tenas de tarefinhas. Então, o CEO vai se tornando mais estra­tégico (ou seja, passa o tempo jogando golfe com os clientes importantes) e a administração da operação, no dia-a-dia, é repassada para um COO, sendo que o "O" do meio é de "ope­racional". E tem também o CEO, com "F" de "financeiro"...Não seria de estranhar se essa proliferação de siglas acabasse um dia transformando o subassistente do assessor do supe­rintendente — aquele sujeito que dá palpite em tudo, não en­tende de nada e só anda de óculos escuros — num CEGO, "chief executive generic officer", o principal responsável pela ta­refa de cultivar abobrinhas corporativas. Porque se foi o tem­po em que siglas existiam para informar. Hoje, elas são cria­das para impressionar.
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