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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Transplante de medula óssea. A medicina dos EUA dá um gigantesco passo na direção da cura ao aplicar uma nova técnica (1983)

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26 de fevereiro de 1983 — Nova técnica de transplante de medula óssea

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Uma nova técnica para o transplante de medula óssea restabeleceu a saúde de 18 crianças. A experiência foi realizada no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York. Em cada um dos pacientes foram transplantadas cerca de 30 gramas de medula.

Todas as crianças tratadas pelo novo processo haviam nascido com poucas defesas naturais em seu sistema imunológico. A falha é chamada de grave imuno-deficiência conjugada, e pode levar à morte. Infecções comuns ou mesmo germes insignificantes ameaçam a vida desses pacientes. Segundo os médicos a única cura possível é o transplante de medula. A medula óssea, um tecido líquido que ocupa o interior dos ossos, é popularmente conhecida por tutano. Nela são produzidos os componentes do sangue, como as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. 

O grande obstáculo para o sucesso do tratamento era encontrar um doador compatível com as crianças a tempo de salvar as suas vidas. A nova técnica desenvolvida no hospital americano permitiu o transplante entre tipos de tecidos muito diferentes. A forma como a medula óssea é preparada antes de ser injetada impede que o organismo do paciente que a reeberá desencadeie uma reação destrutiva. O processo é resultado de mais de 20 anos de estudos e consiste em remover as células "T" maduras, que provocam a rejeição.

A eficácia do transplante de medula óssea como meio de tratar doenças relacionadas ao sangue foi reconhecida em 1990, com o Prêmio Nobel de medicina concedido a Donnall Thomas. 
O primeiro transplante de medula foi realizado no Brasil em 1979 pela equipe chefiada pelos médicos Ricardo Pasquini e Eurípedes Ferreira, no Paraná.

  

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