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||| 04 de abril DE 2026 ||| sábado ||| Dia Nacional do Portador da Doença de Parkinson - sábado de aleluia ||| "A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas." (Francis Bacon) |||

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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Apolo 1, uma fatalidade que abalou o mundo com a morte de três astronautas (1967)

27/01/1967 - Tragédia na corrida espacial

Jornal do Brasil: Astronautas morrem na plataforma de Cabo Kennedy
Os astronautas Virgil Ivan Grissom, Edward Higgins White II e Roger Bruce Chaffee morreram em um incêndio dentro da cabine de comando, na plataforma de Cabo Kennedy. As três primeiras vítimas da corrida espacial estavam a bordo da Apolo 1 em exercício de prova para o lançamento no dia 21 de fevereiro. Os peritos concluíram que o acidente foi causado por um curto-circuito próximo ao painel de oxigênio. Grissom comunicou que havia fogo no cockpit. Segundos mais tarde, Chaffee avisou que ele e seus companheiros sairiam do módulo de comando. Mas foi impossível escapar porque a escotilha de saída tinha trancas mecânicas, que os astronautas não conseguiram destravar.
A equipe que trabalhava fora da espaçonave procurou em vão libertá-los. O calor era insuportável. Finalmente, quando o módulo de comando foi aberto os três astronautas já estavam mortos. A roupa espacial os protegeu do fogo, mas a inalação excessiva de fumaça foi fatal. Devido ao acidente, toda programação do projeto Apolo foi atrasada em 21 meses.
Durante esse período os engenheiros da Nasa modificaram toda a cabine do módulo de comando e aperfeiçoaram as normas de segurança. Na base das plataformas, por exemplo, não havia equipamentos médicos nem de resgate. Também ainda não tinham sido desenvolvidos procedimentos para esse tipo de emergência, e as estruturas não eram apropriadas para uma operação de salvamento.
Três meses após o incêndio da Apolo 1, o cosmonauta russo Vladimir Komarov, da Soyuz-1, morreu ao retornar à Terra, depois de ficar em órbita do planeta.

Experiências frustadas

Em fevereiro de 1969, o foguete do projeto lunar soviético caiu após 66 segundos de voo sobre uma cidade, matando 350 pessoas. - Em março de 1980, 50 técnicos do Centro Espacial Plesetsk, em Vostok, na Rússia, morreram por causa da explosão de um propulsor que recebia combustível. O acidente só foi revelado em 1989.
No início de 1986, os sete tripulantes da nave Challenger morreram 72 segundos após o lançamento da nave. A explosão foi causada pelo congelamento de um dos anéis de união do foguete. Em 30 de junho de 1971, durante o primeiro voo à estação orbital Saliut, o módulo de aterrissagem sofreu uma despressurização e provocou a morte dos três tripulantes da Soyuz-11. Os astronautas haviam permanecido 24 dias no espaço, um record para a época.
Em 1º de fevereiro de 2003, os sete ocupantes da Columbia morreram, no fim de uma missão espacial que até então fora bem-sucedida. A Columbia desintegrou-se ao regressar à Terra, devido a uma perfuração na asa esquerda, provocada pelo desprendimento de um pedaço da espuma de isolamento de um setor do tanque externo.
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