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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




quarta-feira, 26 de novembro de 2008

O Brasil perde Grande Otelo. A gente brasileira chorou muito a morte do seu ídolo.

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Jornal do Brasil: Grande otelo sofre parada cardíaca ao desembarcar em Paris


Sebastião Bernardes de Souza Prata, o Grande Otelo, costumava dizer, com o seu habitual bom humor: "Não sou parte da cultura brasileira. Eu sou a cultura brasileira". O menino Tiãozinho iniciou a carreira no circo, em Uberlândia, em 1923. Deixou a cidade natal para ser ator e ainda na década de 20, ingressou na Companhia Negra de Revistas, que tinha Pixinguinha como maestro. O apelido de Grande Otelo foi dado por Jardel Jércolis, um pioneiro do teatro de revista, 10 anos depois de sua estréia nos palcos, quando o artista começou a cantar em inglês no Cassino da Urca. 

Grande Otelo atuou em vários filmes de comédia em parceria com Oscarito nas décadas de 40 e 50. Já famoso, foi convidado para participar em 1942 do filme inacabado de Orson Welles sobre o Brasil, It's All True. Grande Otelo lembrava que ele e o cineasta americano beberam "muita cachaça juntos". 

O reconhecimento do talento veio com Macunaíma, em 1969, filme de Joaquim Pedro de Andrade, baseado na obra homônima Mário de Andrade. Participou também do filme de Werner Herzog, Fitzcarraldo, de 1982, filmado na floresta amazônica. Desde a década de 60, Grande Otelo trabalhava também em novelas de TV. Compôs mais de 20 músicas em parceria com Herivelto Martins, entre outros compositores de renome. 

O ator morreu vítima de uma parada cardíaca quando desembarcava no Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. Otelo tinha ido à capital francesa a convite do governo para receber uma homenagem no Festival dos Três Continentes, realizado em Nantes. Por coincidência, o artista já havia sofrido de problemas cardíacos três anos atrás, também em Paris. 

Vida pessoal repleta de tragédias

A trajetória de sucesso foi marcada por uma vida pessoal plena de tragédias. O pai do artista morreu esfaqueado e a mãe era alcoólatra. Quando já era um ator consagrado, sua mulher matou o filho adotivo do casal, de 6 anos de idade e suicidou-se em seguida. Ao saber do crime, Otelo bebeu sem parar e depois foi para o set filmar uma cena de Romeu e Julieta. Por 25 anos, o ator recusou-se a assistir esse filme. 
Posteriormente, casou-se com Olga, que lhe deu quatro filhos, e com quem viveu por mais de 20 anos. Separou-se e em 1987, durante uma briga, a terceira mulher de Otelo o esfaqueou no peito, sem conseqüências graves.

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