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O Dia Nacional do Parkinsoniano é comemorado anualmente em 4 de abril no Brasil, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre essa doença que afeta diretamente o sistema nervoso central. O que é Parkinson? Parkinson é uma doença neurológica que prejudica a coordenação dos movimentos musculares e o equilíbrio, sendo mais frequente em pessoas a partir dos 60 anos. Entre os sintomas mais comuns estão: tremores involuntários, principalmente nas mãos; rigidez muscular; lentidão dos movimentos; instabilidade postural, aumentando o risco de quedas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com essas doença, o que evidencia sua relevância como questão de saúde pública. mãos idosas amparando outras mãos Importância da conscientização O Dia Nacional do Parkinsoniano não serve apenas para alertar sobre a doença, mas também para: Divulgar informações corretas sobre os sintomas e formas de cuidado; Compartilhar avanços no tratamento, que podem melhorar a qualidade de vida e até aumentar a expectativa de vida dos pacientes; Apoiar pacientes e familiares, incentivando a compreensão, o respeito e a inclusão social; Estimular pesquisas e políticas públicas voltadas para o acompanhamento médico e terapias de reabilitação. Causas e tratamentos A doença ocorre devido à redução significativa da dopamina, um neurotransmissor responsável por transmitir sinais entre as células nervosas. A dopamina é fundamental para que os movimentos voluntários do corpo aconteçam de forma automática, ou seja, sem que precisemos pensar em cada ação dos músculos. Quando essa substância está em falta, especialmente em uma pequena área do cérebro chamada substância negra, o controle sobre os movimentos fica comprometido, surgindo os sintomas típicos da doença. Embora a doença não tenha cura, existem tratamentos medicamentosos, terapias físicas e ocupacionais que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a mobilidade e manter a independência dos pacientes.




quarta-feira, 26 de março de 2008

Ministério da Saúde lança plano de combate à Aids entre gays

(Clique sobre a imagem para ir ao site do Estadão)
Campanha 'Faça o que quiser, mas faça com camisinha' tenta mudar quadro de aumento na incidência da doença
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Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira, 25, um programa para conter a incidência de Aids e outras
doenças sexualmente transmissíveis (DST) entre gays e travestis. O motivo que levou o governo a criar o projeto foi o crescimento no número de pessoas que contraíram essas doenças nos últimos anos.

Segundo um boletim do Ministério da Saúde, os casos de Aids tiveram um aumento de 17%, entre homossexuais e bissexuais de 13 a 24 anos, se comparado os anos de 1996 e 2006. Já entre pessoas de 25 a 29 anos, o crescimento foi de 11%, neste período. Apenas na faixa etária entre 30 e 39 anos houve uma queda na quantidade de pessoas que contraíram a doença: de 30%, em 1996, para 28%, em 2006.
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Divulgação

Com o título "Faça o que quiser, mas faça com camisinha", o programa tem oito objetivos voltados para gays e seis para travestis. As prioridades do plano são a redução das vulnerabilidades associadas à orientação sexual, a garantia do acesso à prevenção da Aids, a ampliação de informações sobre essa população e a garantia de ações nas três esferas de governo.
Serão distribuídos 100 mil cartazes adesivos e 500 mil folhetos com informações sobre DST, Aids e o uso correto do preservativo, em locais que o público-alvo tenha acesso, como bares, boates, festas e espaços de freqüência gay, além de organizações da sociedade civil que trabalham com o público.

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Maior incidência

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Estudos do governo, feitos em 2004, estimam que a taxa de incidência de Aids na população homossexual brasileira é 11 vezes maior que na população geral. Isso indica 226,6 casos a cada 100 mil habitantes entre gays, enquanto na população heterossexual ocorre 19,5 casos a cada 100 mil pessoas.

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Esta campanha do MS não me parece oportuna. Obviamente não quero desqualifica-la pois qualquer campanha contra os flagelos que afligem a humanidade são meritórias.
Na minha opinião, entretanto, quando dezenas de pessoas - crianças incluidas - estão morrendo no Rio de Janeiro, por conta da dengue, lançar uma campanha contra AIDS dirigida exclusivamente aos gays e travestis vai, no mínimo, "se perder na multidão". Ainda mais com um banner tão... fashion. Não me pareceu de boa escolha apresentar um gay em pose lasciva (aliás um plágio do filme "American_Beauty"), para conscientizar aqueles grupos de risco a se prevenir contra a AIDS. Achei o banner preconceituoso e desfocado do objetivo.a que se destina.
Sinceramente, espero que a campanha atinja seu objetivo, mas fica o registro do seu inoportunismo e falta de foco.
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Um comentário:

  1. Esta campanha é pra ser colocada em bares, saunas e clubes gays. Talvez por isso o apelo. Sobre a fora de hora para lançamento da campanha, os ativistas também reclamaram, porque essa campanha era pra ser lançada no dia 01 de Dezembro, dia mundial contra a aids. Uma boa iniciativa mas com muito atraso.
    É necessária também uma campanha sobre a tuberculose, hanseníase e meningite que avançam pelo país.
    Beijus

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