||| 07 de outubro DE 2026 ||| 4ª feira ||| Dia de N.S. do Rosário ||| # Reflexão: "A força mais potente do universo é a fé". -- Madre Teresa de Calcutá . |||

 

Bem vindo

Bem vindo

Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora do Santo Rosário ou Nossa Senhora do Santíssimo Rosário é o título mariano apresentado quando da aparição da Santíssima Virgem Maria a São Domingos de Gusmão em 1214 na igreja do mosteiro de Prouille, na qual a mãe de Jesus entregou o Rosário ao fiel frade dominicano. É também o título pelo qual a Virgem Maria se apresentou aos três pastorinhos nas suas aparições em Fátima. Em 1214, São Domingos de Gusmão, o fundador da Ordem dos Pregadores (ou dos Frades Dominicanos) estava na cidade de Toulouse, em França. Enquanto orava e fazia penitência pelos pecados dos homens, tendo passado três dias e três noites rezando e macerando o seu corpo visando aplacar a cólera divina, parecia estar já morto pelas severas disciplinas quando a Virgem Maria lhe apareceu. Com Sua voz materna, disse-lhe: «– Sabes tu, meu querido Domingos, de que arma se serviu a Santíssima Trindade para reformar o mundo?» «– Ó Senhora! — respondeu ele, — Vós o sabeis melhor que eu, porque depois de vosso Filho, Jesus Cristo, fostes o principal instrumento de nossa Salvação.» Respondeu-lhe Maria Santíssima: «– Sabei que a peça principal da bateria foi a saudação angélica, que é o fundamento do Novo Testamento; e, portanto, se queres ganhar para Deus esses corações endurecidos, reza o meu saltério.» Após a aparição mariana, São Domingos entrou na Catedral de Toulouse para reunir e falar aos fiéis, enquanto os sinos começaram a tocar sem qualquer intervenção humana. Quando o santo começou a pregar, uma espantosa tormenta se iniciou, houve um tremor de terra, o sol se velou, ouviram-se terríveis trovões e o céu iluminou-se de relâmpagos. Uma imagem de Nossa Senhora levantou três vezes os braços para solicitar a Deus justiça para aqueles que não se arrependessem e recorressem à Sua proteção. São Domingos, perante tal fenómeno, orou das orações do Santo Rosário e, por fim, cessou a tormenta. Pôde ele, então, continuar tranquilamente a sua pregação, e fê-lo com tal zelo e ardor nas palavras que os habitantes da cidade abraçaram quase todos a devoção ao Rosário da Virgem Maria. Em pouco tempo, viu-se uma substancial conversão de vida das pessoas. São Domingos, após a aparição e ter recebido o Santo Rosário das mãos de Nossa Senhora, tornou-se, ele próprio, o grande propagador dessa devoção mariana no início do século XIII. A Igreja Católica lhe conferiu o título de “Apóstolo do Santo Rosário”. Naquela época havia muitos hereges que desviavam os fiéis da Igreja Católica. São Domingos, com a prática da oração do Rosário da Virgem Maria e a pedido expresso de Nossa Senhora, começou a combater as heresias dos albingenses, as quais cresciam vertiginosamente na França. O Papa mandou vários missionários para combater os hereges, mas nada conseguiram. Somente São Domingos, com a criação de sua ordem religiosa e com a insistente oração do Rosário, é que conseguiu acabar com esses hereges. São Domingos dizia que em todas as orações do Rosário solicitava a intercessão de Maria Santíssima para converter os hereges e, com o passar dos anos, conseguiu essa conquista. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Ros%C3%A1rio]

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
José Saramago foi um escritor, poeta, contista, dramaturgo e jornalista português. É considerado a maior expressão da literatura portuguesa contemporânea. Foi o primeiro escritor em língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 1998. Saramago nasceu em 16 de novembro de 1922, na aldeia de Azinhaga. A aldeia é localizada na província portuguesa do Ribatejo. O escritor morreu em 18 de junho de 2010, em Lazaronte, na Espanha, na presença da esposa, a jornalista espanhola Pilar Del Rio, e da família. Em 1976, tomou a decisão de viver exclusivamente da literatura. Começou como tradutor antes de chegar à fase autoral. Recebeu o Prêmio Camões em 1995. Principais obras de José Saramago: Terra do Pecado (1947) # Levantado do Chão (1980) # Memorial do Convento (1982) # O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984) # A Jangada de Pedra (1986) # História do Cerco de Lisboa (1989) # O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991). {https://www.todamateria.com.br/jose-saramago/}

 

domingo, 29 de maio de 2016

Que e Quê? Quando usar?


Continuo publicando as dicas de português de acordo com as dúvidas que me aparecem quando estou escrevendo. A minha motivação é saber que este é um dos temas mais acessados no blog e isso me sinaliza a curiosidade e a vontade dos visitantes e amigos da Oficina de Gerência de aprender a sair dessas pequenas armadilhas que o idioma coloca em nossos textos.
Depois que passei a desenvolver o meu projeto na Oficina de Gerência fui obrigado a me preocupar muito mais do que já o fazia antes, com o "escrever corretamente". E confiar apenas nos corretores ortográficos dos "words da vida" é uma tremenda "roubada". Tive que meter a mão na massa e aumentar o meu nível de conhecimento de nossa gramática.
Por dever de ofício já tinha esse cuidado, pois estava sempre escrevendo relatórios, apresentações, pareceres e tudo o mais que uma função executiva exige. Mesmo assim percebi - após começar a escrever para o blog - como ainda era pobre a minha escrita e comunicação! Ainda é, mas tenho consciência de que melhorou muito. Por conta dessa experiência foi que introduzi a seção "Dicas de Português" na Oficina de Gerência. 
Posso afirmar que, mesmo antes do blog, minha carreira foi mais impulsionada porque tinha um bom vocabulário e um nível de conhecimento em gramática que estava acima da média (baixa) da maioria dos meus "concorrentes". Naquela época, como hoje, a fonte maior do meu aprendizado foi a leitura. E por leitura quero dizer tudo: jornais, revistas inclusive os quadrinhos, livros e claro, a internet.
Desde então venho aconselhando os leitores - principalmente os mais jovens - para que se dediquem com muita determinação a conhecer a língua portuguesa. Observem, por exemplo, como a falta de uma boa redação tem excluído dos vestibulares, concursos e entrevistas de emprego centenas de candidatos. 
No mundo corporativo é assim também. Um gerente responsável e cuidadoso normalmente não promove colaboradores que não saibam se expressar com correção. E atenção, é verdadeiro o aforismo que ensina: “Quem não sabe escrever não sabe falar também”.
Não saber expressar seus pensamentos por meio de um texto correto e compreensível é uma enorme limitação pessoal que pode ser vencida pelo esforço pessoal em querer aprender. É fiquem sabendo que é um aprendizado infinito. Quem achar que já sabe está "morto".
Saber aplicar corretamente quando usar o “que” ou o “quê” é uma das grandes dificuldades que nós, os “ escribas amadores”, encontramos aos nos defrontarmos com uma frese que os exija.
Quando devemos usar o pronome "que" ou a expressão "quê"? Essa diferença de um simples acento circunflexo já deixou muita gente constrangida. Parece fácil, depois que a gente aprende, mas se vocês não sabem leiam o texto abaixo e quem já sabe não custa nada reler.

 


Este post foi originalmente publicado na Oficina de Gerência em 02/03/2013. É um dos mais visitados no blog com 65.000 acessos e 10 comentários.  
Muito embora existam inúmeros sites e blogs que tratam do mesmo assunto o texto (abaixo) que utilizei no post, como apoio ao meu comentário, foi transcrito do site "Recanto das Letras". Em função das muitas duvidas suscitadas nos "comentários" resolvi dar uma repaginada no post, inclusive trocando o site que ilustra o texto, pois o anterior já havia "saído do ar".   

Quero informar aos leitores que prestigiam o blog  que não sou especialista em gramática da língua portuguesa, apenas busco a partir das minhas próprias dúvidas compartilhar às consultas que faço nos sites que pesquiso para elucidá-las. Assim sendo, não ouso responder a perguntas que os leitores colocam nos comentários. As respostas estarão sempre disponíveis nos próprios posts e nos sites de busca da internet.
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http://www.recantodasletras.com.br/
Clique no logotipo e visite este site

QUE ou QUÊ?
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A palavra [que] possui várias faces, isto é, várias classificações: é pronome, conjunção, substantivo, advérbio, preposição, partícula expletiva. Não é sem razão, dizermos que ela é uma espécie de Bombril da frase.
Em termos práticos, [que] é acentuado quando monossílabo tônico. E não é acentuado quando átono. No entanto, em determinados casos, há certa dificuldade em distinguir o tônico do átono. Portanto, vamos ver os casos em que ocorre o acento ou não.
QUÊ SERÁ ACENTUADO
1. Quando for Substantivo, ou seja, quando tiver o sentido de alguma coisa, qualquer coisa, certa coisa. Geralmente é precedido de um artigo ou numeral: Sinto um quê de insatisfação.
●    Encontrei onze quês numa só frase.
●    Há um quê inexplicável em sua atitude.
2. Quando for Interjeição, ou seja, quando designa espanto ou exprime sentimento. Sempre acentuado e seguido de ponto de exclamação: Quê! Conseguiu chegar a tempo? / Quê! Você por aqui?
Observação: Como interjeição, usa-se também a variante o quê: O quê! Ela fez isso?!

3. Quando O Encontramos em Final de Frase, imediatamente antes de um ponto (final, de interrogação ou exclamação) ou de reticências:
●    Afinal veio aqui fazer o quê? / Você precisa de quê?
●    Estamos rindo sem ter de quê.
4. Na expressão: sem quê nem para quê:
●    Ele, sem quê nem para quê, se irritou com todos.
QUE NÃO SERÁ ACENTUADO QUANDO FOR:
1. Pronome substantivo indefinido ou interrogativo, ou seja, quando equivale a que coisa. Substitui um substantivo:
●    Que (que coisa) aconteceu com ele? / Que (que coisa) aconteceu?
2. Pronome adjetivo, ou seja, quando acompanha o substantivo:
●    Que escola frequenta? / Que horas são? / Que ideia maluca!
3. Advérbio, ou seja, quando equivale a [quão]. Liga-se a um adjetivo ou advérbio: Os vestidos! Que benfeitos! / Que longe é o sítio!
●    Que bom vê-la novamente!
4. Preposição, ou seja, quando equivale a [de], ou quando liga dois verbos de uma locução verbal cujo auxiliar é ter:
●    Primeiro que (de) tudo é preciso verificar a gasolina.
●    Tenho que (de) chegar cedo ao escritório.
5. Partícula de Realce (expletiva), neste caso, é usada somente para dar realce. Pode ser retirado da frase, sem que provoque alterações de sentido ou de função dos elementos da oração:
●    Quase que não vou trabalhar hoje. Quase não vou trabalhar hoje.
6. Conjunção Coordenativa, ou seja, quando liga orações sintaticamente independentes. Equivale a [e], nas aditivas; [mas, portanto], nas adversativas; [porque, portanto], nas explicativas; ou... ou, nas alternativas:
●    As árvores balançam que (e) balançam.
●    Culpe-os, que (mas, porém) não a mim.
●    Volte logo, que (porque) está começando a chover.
●    Que chova, que faça sol, irei à praia.
► Como Pronome Relativo e Conjunção Subordinada, a palavra [que] também não é acentuada. Deixo de mostrá-los aqui, devido ao grande número de casos. Mesmo porque, fora os casos iniciais a palavra [que] não é acentuada. ®Sérgio.
Para acessar os Exercícios com Gabarito, clique aqui. 
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Referências: ALMEIDA, N.M. - Dicionário de questões vernáculas. São Paulo, Ed. "Caminho Suave" Ltda., 1981. CEGALLA, Domingos Paschoal. Dicionário de Dificuldades da Língua Portuguesa. Ed. Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1996.
Agradeço a leitura e, antecipadamente, qualquer comentário.
Se você encontrar omissões e /ou erros (inclusive de português), relate-me.
Ricardo Sérgio

Enviado por Ricardo Sérgio em 04/04/2008
Reeditado em 15/08/2010
http://www.recantodasletras.com.br/gramatica/931322

sábado, 30 de abril de 2016

"Àtoa", "À-toa" e "Atoa". Qual a diferença entre estas expressões?

Qual a diferença entre "à toa", "à-toa" e "atoa"?


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEht6UQ-2vtWo3BakaTEDqu-yzK6GQWM3OvQuKTLW1WRv18IbeuKY6p4-Tvdo1nfRJfuEvO7Tb5_fDmx2gUMhyphenhyphenVt5rkRzsQQ6Q8CT17NrvCeSLTIx2RO5Xc1RJQ0a9Skbw1jufYAj6DpP-6N/s1600/pensando+na+vida+2.jpgÀ toa" (sem hífen) - ao acaso, sem rumo definido, a esmo, ao léu: "Estava à toa na vida, o meu amor me chamou
Pra ver a banda passar, cantando coisas de amor..."
  •  À toa, sem hífen, é uma locução adverbial que significa ao acaso, inutilmente, sem fundamento, impensadamente, sem motivo. Esta locução, já escrita sem hífen antes do Novo Acordo Ortográfico, é muito utilizada para indicar uma pessoa que está não está fazendo nada, que não tem nada para fazer. Chamamos de locução adverbial duas ou mais palavras que juntas atuam como um advérbio, alterando o sentido do verbo.

    Exemplos: 
  • Você pode vir agora mesmo porque eu estou à toa aqui em casa. 
  • Aquele menino anda à toa, sem saber o que fazer. 
  • Pare! Você está se irritando à toa.



"À toa" (também sem hífen) - inútil, ruim, mau, sem valor:https://felipecsleao.files.wordpress.com/2012/06/desenho-sala-de-aula-antiga.jpg
Aquela megera gritou comigo ainda disse prá todo mundo que eu é que estava nervosa... Ela é muito à-toa mesmo!

  • À toa, com hífen antes do Novo Acordo Ortográfico, era um adjetivo de dois gêneros e dois números, sendo invariável, ou seja, era usado sempre da mesma forma quer no feminino, no masculino, no plural ou no singular. 
  • Atualmente esta locução adjetiva é escrita sem hífen. Refere-se a alguma coisa ou a uma pessoa irrefletida, apressada, desprezível, desocupada, inútil. 
Exemplos: 
  • Não gosto nada dele, é mesmo um homem à toa. 
  • Sua opinião à toa provocou grandes confusões. 
  • Não se preocupe mais com este problema à toa.


"Atoa" - flexão do verbo atoar (levar a reboque). Esta forma é muito pouco usada hoje em dia.


Antes da entrada em vigor do Novo Acordo Ortográfico, as duas formas estavam corretas: à toa era uma locução adverbial e à-toa um adjetivo, sendo usadas em situações diferentes. Com a entrada em vigor do Novo Acordo Ortográfico, passou a haver uma discordância entre diversos dicionários e gramáticos relativamente à eliminação ou manutenção do hífen em à-toa.
À-toa, com hífen, está registrada em diversos dicionários, mas não está reconhecida no vocabulário ortográfico da Academia Brasileira de Letras, que atesta que à toa, sem hífen, é ao mesmo tempo um advérbio e um adjetivo, tendo o hífen do adjetivo sido eliminado com as alterações trazidas pelo Novo Acordo Ortográfico. Assim, podemos considerar que à toa, sem hífen, é a forma correta de escrita da locução. 
Exemplos: dia a dia, fim de semana, sala de jantar, cão de guarda, cor de vinho, café com leite, à toa, … 
Serão exceções a esta regra algumas locuções consagradas pelo uso, com significado próprio: água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará e à queima-roupa

http://duvidas.dicio.com.br/a-toa-ou-a-toa/



Este post está publicado no Blog da Oficina de Gerência desde 23 de abril de 2010 e é um dos mais consultados com mais de 385.000 visualizações.
Por isso mesmo resolvi reeditá-lo, trazendo-o para 2016 e acrescentando ilustrações e textos mais explicativos.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

As crenças irracionais em nossas vidas (texto em espanhol - Grupo Finsi)


Peço licença aos leitores do Oficina de Gerencia para fazer, com esse post, uma experiência que há muito tempo estou planejando. Trata-se de publicar textos no idioma espanhol sem tradução direta como tenho o hábito de fazer (acesse o link do Grupo Finsi).
A maioria dos textos do Blog Finsi são aqueles que considero entre os melhores, disponíveis na internet, para apresentar com o perfil da Oficina de Gerência; tanto assim que criei uma tag para eles. Ocorre que por ser um site espanhol tenho tido a preocupação de traduzir os posts para o nosso idioma e isso absorve um tempo que ultimamente não tenho como alocar.
A leitura de textos em espanhol tem um grau de dificuldade muito pequeno para mim e - aposto - para a maioria das pessoas que frequentam o blog. Assim sendo sei que estou correndo um risco nessa experiência, mas prefiro assim do que perder a oportunidade de apresentar aos leitores excelentes textos e experiências que são trazidos pelos autores do Blog Finsi. Algumas expressões menos compreensíveis no nosso idioma estão imediatamente traduzidas no texto em espanhol. Em último caso é só copiar o texto em espanhol, entrar no Tradutor Google colar no espaço de tradução e escolher a tradução do espanhol para o portugues. Agradeço as manifestações sobre essa experiência.
 

As crenças limitantes e/ou crenças irracionais são temas dos mais controversos no campo da psicologia e do coaching (clique aqui - se tiver curiosidade - para conhecer um artigo técnico sobre o assunto). 
https://mcconsalter.files.wordpress.com/2014/05/imagem-coaching.jpg?w=275Fiz curso de Personal Coach e sei do poder que as nossas crenças negativas (racionais ou irracionais) exercem sobre nosso potencial de realização. Se são irracionais ou racionais não me atreverei a entrar nessa seara. Todavia que são limitantes para nosso crescimento pessoal não tenho dúvidas em atestar, seja pelas minhas experiências pessoais, seja pelo aprendizado e aplicação prática como coach e líder coach na minha lida profissional como executivo.
No post que lhes trago abaixo (em espanhol, repito) o tema é abordado com muita propriedade pelo renomado consultor espanhol José Luis Bueno Blanco (clique aqui e veja o perfil dele no final do post). Ele trata exatamente das "crenças irracionais" desenvolvidas pelo famoso psicólogo norteamericano  Albert Ellis.
Na verdade o  José Luis Blanco escreveu uma série de posts no Blog Finsi sobre cada uma das chamadas "crenças" de Ellis. Vale a pena ler os posts e vou transcrevê-los aqui dois as dois a cada semana. Quem tiver pressa pode ir direto no blog (o link do autor está disponível ao final do post).
Para contextualizar o conjunto das onze crenças irracionais de Ellis reproduzi o resumo delas (em espanhol, lembro) logo abaixo e em seguinte estão transcritos os dois posts que iniciam a série.

https://ninataboada.files.wordpress.com/2010/05/ryotiras-dificil-jb1.jpg?w=646

Listado de las 11 creencias irracionales de Ellis: 

1.    Necesidad de obediencia – "Es una necesidad extrema para el ser humano adulto el ser amado y aprobado por prácticamente cada persona significativa de la sociedad.

2.    Necesidad de ser competente - "Para considerarse uno mismo (a si mesmo) valioso se debe ser muy competente, suficiente y capaz de lograr cualquier cosa en todos los aspectos posibles". 

3.    Necesidad de demonizar - "Cierta clase de gente es vil, malvada e infame y que deben ser seriamente culpabilizados y castigados por su maldad"

4.    Necesidad de control - "Es tremendo y catastrófico el hecho (o fato) de que las cosas no vayan por el camino que a uno (a pessoa) le gustaría que fuesen". 

5.    Indefension (desamparo) -  "La desgracia humana se origina por causas externas y la gente tiene poca capacidad o ninguna, de controlar sus penas y perturbaciones". 

6.    Necesidad de alarmarse - "Si algo es o puede ser peligroso o temible, se deberá sentir terriblemente inquieto por ello y deberá pensar constantemente en la posibilidad de que esto ocurra". 

7.    Necesidad de evitar responsabilidades - "Es más fácil evitar que afrontar ciertas responsabilidades y dificultades en la vida".

8.    Necesidad de dependencia -  "Se debe depender de los demás y se necesita a alguien más fuerte en quien confiar".

9.    La influencia del pasado - "La historia pasada de uno (da pessoa) es un determinante decisivo de la conducta actual, y que algo que le ocurrió alguna vez y le conmocionó debe seguir afectándole indefinidamente"

10. Preocuparse por los demás - "Uno (a pessoa) deberá sentirse muy preocupado por los problemas y las perturbaciones de los demás".

11. Idea de Perfeccionismo - "Invariablemente existe una solución precisa, correcta y perfecta para los problemas humanos, y que si esta solución perfecta no se encuentra sobreviene la catástrofe".
 
http://www.grupofinsi.com/img/fondoTop.jpg
http://www.grupofinsi.com/index.asp

Las creencias irracionales de nuestra vida


Comenzamos una serie de posts que nos ayudarán a enfrentarnos con aquellas ideas irracionales de las que no somos conscientes y que causan nuestras emociones, casi siempre negativas.

Las personas reaccionamos ante casi todo. Ante una situación, una persona, cualquier estímulo puede provocar en nosotros una emoción, positiva, negativa o neutra, y también nos moverá a la acción de una determinada manera.
Podemos pensar, entonces, que nuestras emociones, el balance de las emociones positivas y negativas va a depender de las situaciones con las que nos encontremos en el día a día. Sin embargo, el ser humano, a diferencia de un animal, procesa cada situación, consciente o inconscientemente y la pasa por el tamiz de una serie de ideas y principios, que son las que se encargan de generar la emoción.
Así pues, si tengo que hablar en público (situación) puedo estar nervioso por pensar "lo voy a hacer mal", aunque en realidad, no es ese pensamiento el que nos hace estar nerviosos sino otros del tipo: "debo de hacerlo bien", "si lo hago mal se van a reir de mi y voy a perder mi prestigio", "debo defender mi prestigio por encima de todo", etc. Estas son las ideas que harán que me sienta mal.
Por el contrario, qué diferente sería si en mi interior pensara: "lo voy a hacer mal, pero... no pasa nada, es mi primera vez", "aunque no sea un gran orador, seguro que trasmito las ideas principales", "igual se ríen de mi, si me confundo, pero en cierta manera es verdad que puede resultar gracioso", "cada vez lo haré mejor", "no creo que mi prestigio se vea afectado por mi discurso". Con este discurso, mi emoción será diferente. Seguramente, la sensación de nervios disminuirá y, consecuentemente, mi intervención en público, será mejor, y si no lo es, al menos no voy a sufrir por ello de una manera irracional.
https://sinceridade.files.wordpress.com/2012/03/albert-ellis.jpgEsto es lo que pensaba Albert Ellis, creador de la Terapia Racional Emotiva (RET). Ellis, basándose en el Modelo ABC, explica como las perturbaciones emocionales son generadas causadas por creencias, valoraciones y demandas inflexibles (exigencias absolutistas). Selecciona 11 creencias o ideas irracionales que, instaladas en lo más profundo de nuestro ser, van mediando en nuestro día a día y provocan emociones negativas.
También crea una metodología para combatir estas ideas y, por tanto, hacernos más inteligentes emocionalmente. El modelo de Ellis forma parte de las teorías cognitivos-conductuales de la psicología.
Aunque su modelo se utilizó en la práctica de la psicología clínica, conocerlo y aplicarlo en nuestras vidas nos va a reportar mucho bienestar, un modo diferente de encajar los problemas, las situaciones que nos provocan estrés y, en definitiva, hacernos más felices.
Con este artículo quiero comenzar un serie que dará un repaso a las enseñanzas de Ellis y sus aplicaciones en nuestra vida. En post posteriores pasaré por cada una de las ideas irracionales que Ellis comenta y la forma de detectarlas y atacarlas. Estoy seguro que no te dejará indiferente y te ayudará a mejorar tu vida.

Los 11 mandamientos que nos hacen sufrir 

En este segundo post sobre las ideas irracionales de Ellis, vamos a mostrar el listado completo para, posteriormente, ir comentando una por una.
Lee una por una, intentando comprender su significado, pero no comprobando si en tu interior está instalada la idea irracional.
  1. "Es una necesidad extrema para el ser humano adulto el ser amado y aprobado por prácticamente cada persona significativa de la sociedad".
  2. "Para considerarse uno mismo valioso se debe ser muy competente, suficiente y capaz de lograr cualquier cosa en todos los aspectos posibles". 
  3. "Cierta clase de gente es vil, malvada e infame y que deben ser seriamente culpabilizados y castigados por su maldad". 
  4. "Es tremendo y catastrófico el hecho de que las cosas no vayan por el camino que a uno le gustaría que fuesen".
  5. "La desgracia humana se origina por causas externas y la gente tiene poca capacidad o ninguna, de controlar sus penas y perturbaciones".
  6. "Si algo es o puede ser peligroso o temible, se deberá sentir terriblemente inquieto por ello y deberá pensar constantemente en la posibilidad de que esto ocurra".
  7. "Es más fácil evitar que afrontar ciertas responsabilidades y dificultades en la vida".
  8. "Se debe depender de los demás y se necesita a alguien más fuerte en quien confiar".
  9. "La historia pasada de uno es un determinante decisivo de la conducta actual, y que algo que le ocurrió alguna vez y le conmocionó debe seguir afectándole indefinidamente".
  10. "Uno deberá sentirse muy preocupado por los problemas y las perturbaciones de los demás".
  11. "Invariablemente existe una solución precisa, correcta y perfecta para los problemas humanos, y que si esta solución perfecta no se encuentra sobreviene la catástrofe"
Si una o varias de estas ideas forman parte de nuestro ideario más profundo, seguramente estaremos sufriendo las consecuencias negativas al intentar ponerlas en práctica o cuando no lo consigamos. Son ideas absolutistas y por supuesto irracionales. Si necesitamos tener la aprobación de cada persona, nuestra infelicidad está garantizada.
Ahora bien, leidas así, resultan demasiado evidente. ¿Quíen estará de acuerdo con cada una de estas ideas? Nadie. Si preguntamos a cualquier persona si está de acuerdo con estás ideas nos dirá que no. Son absurdas y ridículas. Sin embargo, y aquí es donde viene el punto importante, estas ideas no son observables a simple vista por la persona. "¡Claro que no tengo que ser aprobado por cada persona de mi entorno!" Sin embargo, evito cualquier situación o comportamiento que defraude a otras personas, aún a consta de mi propio bienestar.
Las ideas irracionales son la base y el sedimento sobre las que hemos construido el resto de ideas y valores. Si fueran leyes, representarían las Constitución. Y tal es su profundidad, que no las percibimos directamente. Solo con un trabajo, casi detectivesco, indagando a través del cuestionamiento de nuestros propios pensamientos, razonamientos y argumentos, vamos a desembocar a una de estas ideas.
Vamos a ir desmenuzando una por una para ver porqué cada idea es irracional, qué alternativas existen para reemplazarlas, cómo se pueden detectar, cómo la sociedad nos las inculca. 

http://www.grupofinsi.com/blog.asp?vcSeccion=1&vcblog=349

Autor - José Luis Bueno Blanco - DAVINCHI, Diseño y Nuevas Tecnologías FINSI- El Grupo FINSI es un grupo empresarial que engloba un equipo humano multidisciplinar orientado a aportar soluciones de forma global en el ámbito de los Recursos Humanos, Formación, e-learning Comunicación y nuevas tecnologías. * Asesor de Tecnología Formativa - EADIC – (3 anos 1 mês) * Responsable de Proyectos - CESI IBERIA – (4 anos 6 meses) - Consultor, Formador y Responsable de Proyectos.




terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Execução de Marco Archer: algo foi jogado para baixo do tapete.

T
 rago aos leitores da Oficina de Gerência um artigo da BBC Brasil que já está "bombando no Google. Não é um tema habitual do Blog, mas não pude resistir à essa publicação porquanto me chamou a atenção as revelações que a jornalista Kathryn Bonella  - autora do livro "Nevando em Bali" -  e o repórter Renan Antunes de Oliveira (que entrevistou Marco Archer em 2005, numa prisão na Indonésia) apresentaram sobre o perfil do brasileiro executado. O que está no texto é diametralmente oposto à imagem que a cobertura da grande mídia brasileira apresentou de Marco Archer.
Oque me intrigou ao ler essa reportagem e a outra matéria referida (entrevista que poderá ser acessada no link ao final do post) é que mostram um Marco Archer não era exatamente aquele "carioca bon vivant" que foi pego ocasionalmente traficando cocaína quando fazia uma visita turística na Indonésia em busca das famosas ondas de Bali para surfar alegremente. Leiam um trecho da matéria que está ao final do post: 
  • O carioca Marco Archer Cardoso Moreira viveu 17 anos em Ipanema, 25 traficando drogas pelo mundo e 11 em cadeias da Indonésia, até morrer fuzilado, aos 53, neste sábado (17), por sentença da Justiça deste país muçulmano. Durante quatro dias de entrevista em Tangerang, em 2005, ele se abriu para mim: “Sou traficante, traficante e traficante, só traficante”.
    Demonstrou até uma ponta de orgulho: “Nunca tive um emprego diferente na vida”. Contou que tomou “todo tipo de droga que existe”.

 http://outraspalavras.net/wp-content/uploads/2013/05/130504-Fraude.jpg
Por que essa informação não foi apresentada ao público brasileiro que acompanhou - condoído - o drama de Marco Archer, da sua mãe e dos seus amigos? Não tenho respostas para isso, mas me senti enganado, engabelado, iludido. Como eu, muitos outros brasileiros ficaram achando que a pena de morte era muito exagerada para o "simples ato impensado" de um jovem traficante desastrado. Muitos ficaram "com raiva" do presidente indonésio que não atendeu aos apelos humanitários, que lhe foram feitos não só pelo governo brasileiro, mas também pela Holanda que a exemplo do Brasil chamou seu embaixador de volta "para consultas" (A execução incluiu outros cinco condenados pelo mesmo crime: um indonésio e quatro estrangeiros de Vietnã, Nigéria, Holanda e Malauí).
Não me atrevo a comentar essas medidas, pois estão na dimensão das questões diplomáticas e políticas entre essas nações. Pessoalmente acho que o governo brasileiro agiu corretamente - dentro dos rituais da diplomacia - em protestar contra a execução. Como ficaria o presidente de um país que não se manifestasse contra a execução pública de um dos seus cidadãos? Entendo que foi uma atitude política e diplomática legítima e compreensível.
Registro apenas a tensão (claramente manipulada) imposta pela mídia à opinião pública brasileira que suportou vários dias de noticiário maciço das TVs, rádios, sites e jornais, torcendo para que a sorte do "surfista carioca", do instrutor de asa delta (ele era apenas praticante) fosse alterada pela benevolência do presidente indonésio.
Ninguém que se acredite cristão e civilizado é favorável a punir crimes com a morte. A própria ONU se manifestou na direção de que a Indonésia não aplique essa penalidade extrema mesmo fazendo parte de suas leis. Há uma pressão internacional nesse sentido. Por outro lado deve ser dito que o fuzilamento como punição para crimes é apoiado por quase 70% do povo de lá.
Certamente outras formas de punição para crimes tão graves quanto o tráfico de drogas poderiam ser aplicadas aos condenados, mas daí a "vender" que houve exagero na aplicação de uma pena tão pesada a alguém "que não era tão criminoso assim"...
leiam as duas matérias e tirem suas próprias conclusões. A minha eu já a tenho.   

Rodrigo Gularte e Marco Archer
A escritora australiana conheceu Rodrigo Gularte (à esquerda) e Marco Archer no 'corredor da morte' na Indonésia.

Execução abala 'fantasia' de brasileiros no tráfico da Indonésia 
Fernando Duarte Da BBC Brasil em Londres




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Kathryn Bonella: "Os brasileiros que conheci em Bali tinham um perfil bem diferente de 'mulas' e traficavam para manter um estilo de vida"
 "Nevando em Bali", livro que expõe em detalhes o submundo das drogas na mais famosa ilha do arquipélago que forma a Indonésia, chama a atenção não apenas pela descrição da mistura de crime e hedonismo no paraíso turístico que recebe mais de 2 milhões de visitantes por ano.

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Muitos dos traficantes entrevistados pela escritora e jornalista australiana Kathryn Bonella para o livro eram brasileiros. Entre eles, Marco Archer, que no último sábado se tornou o primeiro brasileiro executado no exterior.
Para Bonella, no entanto, o mais significativo foi o fato de Archer ter sido também o primeiro ocidental a receber a pena de morte na Indonésia.

"Bolha"

Para a australiana, a morte estourou o que ela chama de "bolha da fantasia" para os brasileiros envolvidos com o tráfico no país.
"A morte de Marco foi decididamente o que se pode chamar do fim de uma fase. Sempre se soube que o tráfico na Indonésia é punido com a pena de morte, mas as autoridades indonésias jamais tinham ido até o fim na punição a ocidentais", afirma Bonella, em entrevista à BBC Brasil.
"Ao mesmo tempo que isso não vai acabar com o tráfico em Bali, eu imagino que muitos brasileiros vão pensar duas vezes diante da próxima oportunidade de contrabandear drogas para a Indonésia. Mas duvido que isso vá durar para sempre. Há uma grande demanda por drogas em Bali, é um lugar para onde turistas do mundo inteiro vão para se divertir sem os mesmos limites vistos na maioria dos lugares do mundo."
Para Bonella, a frequência com que encontrou brasileiros envolvidos com o tráfico na Indonésia - de transportadores de droga a ricos intermediários entre os grandes barões - é explicada pelo perfil da maioria dos viajantes do país para o arquipélago.

"Os brasileiros que encontrei tinham basicamente o mesmo perfil. Eram surfistas que viram no tráfico, em especial de cocaína, uma chance de se manter em Bali e viver uma vida de fantasia, pegando ondas, indo a festas e encontrando belas mulheres. A proximidade do Brasil com os mercados produtores de cocaína na América do Sul ajuda no acesso à droga. E, ao contrário dos habitantes de muitos países, os brasileiros viajam normalmente pelo mundo", argumenta Bonella.

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"Rafael", um dos traficantes brasileiros mais ativos em Bali, tinha uma mansão que contava com um trampolim para pular do quarto à piscina

Perfil diferenciado

Outro fator que diferencia os traficantes brasileiros que a australiana encontrou na Indonésia é o perfil social.
"Eles eram todos de classe média, com escolaridade e conhecimento razoável de inglês. Entraram no tráfico pela curtição, não por uma necessidade econômica. Queriam viver tendo do bom e do melhor. Bem diferentes das 'mulas' (transportadores de droga), que recebem pouco dinheiro para muito risco. Um dos brasileiros que conheci em Bali podia ganhar uma fortuna com uma viagem bem-sucedida", conta a australiana.
Um dos grandes exemplos foi um carioca conhecido como "Rafael", um surfista que durante anos foi uma das principais engrenagens no tráfico de cocaína em Bali e que não fazia muita questão de esconder seus lucros: dava festas homéricas em sua mansão à beira-mar, onde uma das atrações era um trampolim do qual ele saltava de seu quarto diretamente para a piscina.
Bonella esteve na Indonésia no fim de semana e acompanhou através da mídia e de relatos de contatos a execução de Marco Archer. Embora faça questão de criticar a opção do brasileiro pelo tráfico, a australiana disse ter ficado chocada com o desfecho de um dos personagens mais citados em Nevando em Bali - numa das passagens, Bonella conta que Archer dominava o fornecimento de maconha em Bali e tinha até registrado a marca de um tipo de erva que vendia, a Lemon Juice.

"Visitei Marco na prisão durante a pesquisa para o livro. Sabia o que ele estava fazendo e de maneira nenhuma endosso o tráfico. Mas ele era carismático e até cozinhou na prisão para mim, e parecia ter muitos amigos na Indonésia, pois recebi uma série de mensagens lamentando sua morte. Sou pessoalmente contra a pena capital, em especial a tortura psicológica que foi Marco ter vivido mais de dez anos com a possibilidade de execução pairando sobre sua cabeça."
Numa das visitas, Bonella foi apresentada a Rodrigo Gularte, o outro brasileiro condenado à morte e cuja execução poderá ocorrer ainda este ano. Foi no livro da australiana que veio à tona uma suposta tentativa de suicídio do brasileiro após o anúncio da sentença, em 2005.
"Não pude comprovar, mas me pareceu claro que Rodrigo tinha sido afetado de maneira bem diferente de Marco", disse.

'Mais perigoso'

Surfista na onda
Surfistas brasileiros, segundo Bonella, usaram o tráfico como forma de manter um estilo de vida confortável na Indonésia
 A australiana disse não acreditar que a pressão internacional sofrida pela Indonésia nos últimos dias, inclusive com a retirada dos embaixadores de Brasil e Holanda (que também teve um cidadão executado no fim de semana), poderá mudar o destino do brasileiro e dois australianos também no corredor da morte.
"Não me parece que os protestos vão alterar a política de Joko Widodo (o presidente da Indonésia). Há um forte sentimento antidrogas entre a população local", avalia.
"Os traficantes devem estar assustados, mas o tráfico não vai parar. Há muita demanda, até porque a Indonésia é usada como centro de distribuição das drogas para outros países asiáticos e mesmo a Austrália. Só que agora os envolvidos sabem que a situação ficou ainda mais perigosa", opina Bonella.

http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/01/quem-era-marco-archer-o-brasileiro-executado-na-indonesia.html#
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