||| 09 de outubro DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia NACIONAL DO ATLETISMO ||| # Reflexão: "O maior inimigo da criatividade é o bom senso". – Pablo Picasso. . |||

 

Bem vindo

Bem vindo

O Dia do Atletismo é comemorado no Brasil em 9 de outubro. A data homenageia uma das modalidades esportivas mais antigas do mundo, conhecida como “esporte-base” por reunir movimentos fundamentais do corpo humano, como correr, saltar, lançar e caminhar. Mais do que uma única prova, o atletismo reúne dezenas de modalidades e combina velocidade, resistência, força, técnica e estratégia. É também uma das principais modalidades dos Jogos Olímpicos, com um dos programas mais extensos de provas e grande número de medalhas em disputa. Origem do Dia do Atletismo O 9 de outubro é tradicionalmente celebrado como Dia do Atletismo no Brasil, mas não há registro de uma lei federal que tenha oficializado a data. A comemoração é aproveitada por entidades esportivas, escolas e projetos de formação para promover o conhecimento sobre a modalidade e incentivar a prática esportiva. A própria Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) reconhece e celebra a data. O atletismo na Antiguidade As raízes do atletismo são muito antigas. A primeira edição dos Jogos Olímpicos da Antiguidade registrada historicamente aconteceu em 776 a.C., em Olímpia, na Grécia. A principal prova daquele momento era uma corrida chamada stadion, com aproximadamente 185 metros. O vencedor registrado foi Coroebus de Elis, considerado o primeiro campeão olímpico conhecido. A corrida, porém, não era a única manifestação esportiva do período. Ao longo da história dos Jogos, outras provas de corrida, saltos e lançamentos passaram a fazer parte das competições. O atletismo moderno Embora tenha raízes na Antiguidade, o atletismo moderno ganhou sua forma organizada principalmente na Inglaterra durante o século XIX. Com o renascimento dos Jogos Olímpicos, em 1896, o atletismo voltou a ocupar um lugar central no programa olímpico. Desde então, a modalidade tornou-se uma das principais referências dos Jogos. atletas em prova de atletismo Quais são as provas do atletismo? O atletismo reúne diferentes tipos de competição. Nas provas de pista, estão as corridas de velocidade, meio-fundo, fundo, barreiras e revezamentos. As provas de campo incluem saltos e lançamentos. Também fazem parte da modalidade as provas combinadas, como decatlo e heptatlo, além da marcha atlética, do cross country e de diferentes provas de corrida de rua. Essa variedade é uma das razões pelas quais o atletismo é conhecido como esporte-base. Atletismo no Brasil A prática do atletismo começou a se desenvolver no Brasil ainda no final do século XIX. Já na década de 1880 havia registros de resultados de competições de corrida publicados no Rio de Janeiro. Nas primeiras décadas do século XX, a modalidade se consolidou no país. Em 1924, o Brasil participou pela primeira vez de uma competição olímpica de atletismo, nos Jogos de Paris, com uma delegação de oito atletas. O Campeonato Brasileiro de Atletismo foi instituído no ano seguinte, em 1925. A criação da CBAt A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) foi fundada em 2 de dezembro de 1977, após a extinção da antiga Confederação Brasileira de Desportos. A entidade passou a funcionar oficialmente em 1979 e atualmente reúne federações de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal. Entre suas funções estão organizar competições nacionais, apoiar federações e atletas e formar as seleções brasileiras para eventos internacionais. [https://www.calendarr.com/brasil/dia-do-atletismo/]

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
Haruki Murakami (em japonês: 村上春樹; romaniz.: Murakami Haruki; nascido em Quioto, prefeitura de Quioto, Japão, em 12 de janeiro de 1949)[11] é um escritor e tradutor japonês. Seus livros são sucessos de vendas, tanto no Japão, quanto internacionalmente. Sua obra foi traduzida para mais de 50 idiomas. Seu trabalho recebeu inúmeros prêmios, incluindo o World Fantasy Award, o Frank O'Connor International Short Story Award, o Prêmio Franz Kafka e o Prêmio Jerusalém. Seus trabalhos mais conhecidos são Caçando Carneiros, Norwegian Wood, Crônica do Pássaro de Corda, Kafka à Beira-Mar e 1Q84. Ele também traduziu do inglês para o japonês obras de outros escritores como Raymond Carver e J.D. Salinger. Suas obras, que comumente são criticadas pelo establishment literário do Japão como não-japonesas, foram influenciada por escritores ocidentais, de Chandler a Vonnegut, passando por Richard Brautigan. Suas obras são frequentemente surrealistas, melancólicas e fatalistas, marcada por um estilo kafkiano com "temas recorrentes como alienação e solidão". Steven Poole, do The Guardian, elogiou Murakami dizendo que se trata de "um dos maiores romancistas vivos" por seus trabalhos e realizações. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Haruki_Murakami)

 

domingo, 20 de janeiro de 2013

Lance Armstrong, Paulo Maluf, Marta Suplicy e Monica Belluci.. Todos juntos e dizendo pérolas.

H
á muito tempo eu não transcrevia para o blog as páginas da Veja e da Folha com as chamadas "Frases da Semana". São bem divertidas. Publicava-as nos domingos que é sempre um dia mais leve na blogosfera; menos frequência e ninguém quer muito saber de coisa séria na internet.
As “Frases” que durante um tempo estiveram aqui no blog eram sempre destacadas do site "Bombou na Web" da revista Época (mantenho um link para ele na aba lateral), da revista Veja ou da Folha de São Paulo.  Elas ainda estão nos arquivos do blog se alguém quiser procurá-las. Parei de produzir os posts porque além de darem muito trabalho também não eram muito acessados. Achei que não valia a pena, embora me divertissem muito.
Continuei, porque gosto muito, a acompanhar as "Frases" normalmente, mas sem pretensão de voltar a postá-las. Eis então que me surge hoje esta página do caderno Cotidiano da Folha de São Paulo com pérolas que não dá para deixar escapar como vocês verão abaixo. 
Não resisti. Deu trabalho – pois tenho que capturar a imagem da edição digital da Folha e depois dividir em duas parte e acertar o tamanho para poder caber no blog de forma simétrica - mas valeu a pena. É muita bobagem junta. Ah! A imagem ao lado é o fac-símile em tamanho reduzido da página "Eles Disseram". Abaixo está a mesma página dividida em duas, para pode caber no post.
Divirtam-se.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Imperdível! Leiam o comentário de Clóvis Rossi. Interessa a todos...

Poucas vezes terei lido um artigo tão apropriado e certeiro quanto este do consagrado colunista Clóvis Rossi da Folha de São Paulo, que publico abaixo em forma de facsimile, sobre o que estamos todos vendo e sentindo acontecer com o mundo e a natureza em nossa volta e nos julgando impotentes para combater. Pela categoria do jornalista seu texto é irretocável e o conteúdo é uma espetada direta e reta na consciência da humanidade e dos seus líderes.
Insisto para que os leitores do blog leiam e repliquem esse artigo onde puderem. Todos nós estamos vendo com nossos olhos espantados de leigos o planeta entrar em convulsões e espasmos nos seus mais diversos recantos. O último foi na China (veja reportagem da revista Galileu que coloquei no post) onde os níveis de poluição foram quinze vezes acima do considerado normal.
Clóvis Rossi aposta que o empresariado começou a ficar preocupado com os custos dessas "manifestações da natureza" e que talvez agora, doendo no bolso, possa abrir suas consciências para perceber aonde a ganância pelo lucro e a obsessão pelo crescimento estão levando a humanidade.
Se preferir ler em texto direto clique no banner

NASA divulga imagens impressionantes – ar chegou a ficar 15 vezes mais poluído que o nível considerado "bom"

Clique no logo e visite o site
" A China nunca esteve tão poluída. Esse início de ano tem sido um recorde atrás do outro e as autoridades chegaram a pedir para que as famílias permaneçam em suas casas – quanto menos tempo os chineses ficarem na rua, melhor. A NASA acaba de divulgar imagens de satélite que dão um aspecto mais perturbador para a situação chinesa. Vista de cima, a poluição de Pequim assusta ainda mais."

Editora Globo
A imagem acima do dia 14 de janeiro. Essa mancha branca que avança pela capital chinesa não é uma tempestade que se aproxima (apesar de algumas nuvens aparecerem na foto), ela é, basicamente, ar poluído. Nesse dia, o Índice de Qualidade do Ar da cidade bateu os 341. Como forma de comparação, vale a ver a imagem abaixo, que mostra a mesma área, só que no dia 3 de janeiro." (texto extraído da revista Galileu. Leia mais aqui)
 

Editora Globo

Coragem de Barack Obama é digna de um grande líder.


 

É
raro no mundo atual encontrar chefes de estado ou de governo que estejam no mesmo patamar dos grandes líderes da história; aqueles que conduziram seus países a grandes transformações e influíram decisivamente na história das nações. Lembremo-nos de líderes como Churchill, Roosevelt, De Gaulle, Ghandi, Mandela... 
Acho que Barack Obama pode estar no caminho de ganhar estatura para entrar nessa galeria ao escolher o enfrentamento e o afrontamento com um dos mais poderosos lobbies do mundo, o da venda de armas nos EUA. 
Tomou uma decisão que nenhum outro presidente dos EUA antes dele teve a coragem de assumir na história da nação. Está arriscando muito do seu capital em termos políticos. Tudo em defesa dos seus valores morais. Os bilhões de dólares da venda de armas sustenta desde sempre as campanhas políticas de importantes congressistas dos dois grandes partidos no Congresso daquele país. A bancada das armas é considerada imbatível nas duas casas do Congresso nos EUA.
São os lucros monumentais da indústria de armamentos vendidos até em supermercados que irrigam generosamente as campanhas do Partido Republicano (oposição a Obama) e do Democrata (partido do próprio presidente). 
Por ai dá para perceber o tamanho e os riscos políticos que o presidente dos EUA resolveu correr para buscar proteger a população americana dos constantes e recorrentes ataques de pessoas tresloucadas às escolas, universidades e supermercados. Todos cidadãos norte-americanos que compraram as armas com toda facilidade. É em nome destas famílias e seus filhos já vitimados e daquelas que ainda o serão no futuro, se continuar a venda livre de armas, que Obama resolveu enfrentar os milhões de conservadores de seu país que defendem com base na segunda emenda da Constituição dos EUA o direito dos proprietários de armas de fogo.
Todos (ou quase) os analistas da política norteamericana apostam que o presidente não conseguirá aprovar seu projeto tal é o grau de aspereza e agruras que o espera. Ele sabe disso tudo e mesmo assim decidiu pelo que achou correto no cumprimento de sua missão como líder maior da nação. Quem deixará de respeitá-lo por uma coragem dessas?
O seu maior apoio será a própria população do seu país. Só a maioria do povo norte-americano poderá abalar o lobby monumental que vai lutar contra a perda dos milhões (ou bilhões) de dólares que acontecerão se Obama vencer essa parada. Os congressistas norteamericanos dificilmente enfrentarão seus patrocinadores para atender à opinião pública. O mundo assistirá, certamente na sua maioria ao lado do presidente, essa batalha de titãs.

E a guerra suja começou no mesmo momento em que o presidente assinava os decretos contra a venda das armas. A NRA (sigla em inglês da Associação Nacional de Rifles da América) divulgava um vídeo (assista abaixo) onde colocou as filhas do presidente no centro da discussão contrapondo que "elas contam com a proteção das armas do serviço secreto e os filhos das pessoas comuns não têm o direito de ter armas para protegê-las". A imagem  ao lado abre o vídeo com a provocação "As filhas do presidente são mais importantes que as suas?". 
É dessa coragem que estou falando. Só um líder de grande estatura entraria nessa arena correndo todos os riscos para defender o que acha correto.
 

Escrevi aqui nesse mesmo post que Obama era maçom. Não é verdade. Embora existam muitos sites e irmãos que ainda o colocam como membro da maçonaria fiz uma pesquisa e confirmei que não é. Pessoalmente gostaria muito que fossem maçom, pois seria um orgulho para todos os irmãos. Obama tem o apoio explícito de lojas maçônicas importantes nos EUA, mas não é membro da Ordem. Faço o registro informando que corrigi o texto do post.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Sun Tzu - A Arte da Guerra - History Channel (2)

Arrows gif fileEste post é continuidade do anterior e completa a série de sete vídeos publicados aqui na Oficina de Gerência com o documentário "A Arte da Guerra" por Sun Tzu. Para conhecer o conteúdo integral do post é só rolar a barra para cima e ler o primeiro.







Abaixo está o vídeo de 90 minutos que mostra de uma só vez a íntegra do documentário exibido no History Channel. Quem assim preferir fique à vontade.


Se você, leitor, estiver interessado no conteúdo do livro "A Arte da Guerra" e não tiver tempo ou disposição para o ler poderá ter acesso completo ao seu conteúdo (1h30) clicando no vídeo abaixo que é a reprodução em áudio da obra milenar de Sun Tzu. 



Finalmente se você clicar no banner ao lado vai poder baixar em PDF o e-book de "A Arte da Guerra" e ler à vontade em seu computador.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Listão da virada de ano... Comprometa-se ou não engane a si mesmo.


O
 momento é propício para falar (e escrever) sobre os nossos tradicionais planos e projetos imaginados para se realizarem a cada ano e 2013 já começou... Acredito que a maioria dos leitores já deve ter elaborado sua lista. Se não a escreveu pelo menos pensou. Eu já fiz o meu listão e - como todos - meu ponto de partida foi a relação do ano passado.
Ao relê-la descobri que concretizei apenas 40 % dos itens que planejei. Com variações mínimas o mesmo já tinha ocorrido nos anos anteriores. Algumas coisas que desejei realizar e não consegui deixaram-me frustrado, mas outras em que atingi o objetivo tiveram efeito positivo. É assim mesmo. 
O artigo abaixo - escrito pela jornalista Adriana Küchler em 2008 - é daqueles que classifico na categoria dos atemporais. Guardo-o nos meus "arquivos implacáveis" para utilizá-lo todos os anos. 
O que ela nos diz? Algo muito verdadeiro, mas que nos escapa cada vez que nos propomos a montar nossa lista da virada de ano. Aprendi isto com o curso de Personal Profissional Coach que fiz no ano passado. É preciso que aquilo que desejamos seja não apenas colocado no papel, mas que haja o nosso comprometimento com a sua realização.
Quando digo comprometimento quero dizer que ao colocarmos na lista da virada de ano que queremos emagrecer estejamos nos obrigando a assumir que vamos reduzir tantos quilos em nosso peso em tantas semana; quando vamos começar o processo, como iremos fazer (academia, personal trainer...) e de que forma vamos mensurar o progresso do nosso projeto. 
Sem esses detalhes que envolvem planejamento e estratégia a lista não passará de meras declarações de intenções. É por isso que tantas listas vão para o lixo nos três primeiros meses do ano. 
 http://profeticos.net/wp-content/uploads/2011/12/Resolu%C3%A7%C3%B5es-Tico.jpg
Desejamos coisas maravilhosas para nossas vidas, mas até aonde estamos dispostos a nos comprometer para realizá-las? São hábitos enraizados (e prazerosos) que precisam ser alterados do tipo bebericar aquela cervejinha no happy hour com os amigos; abandonar o cigarrinho depois do café da manhã, depois do almoço, do jantar, para sempre... ou ainda ficar mais aqueles minutos extras na cama ao invés de levantar uma hora mais cedo para dar a caminhada que nos comprometemos fazer na lista.
O que o artigo registra é que para haver uma mudança o autor da lista seja antes de tudo realista. Não coloque no papel que vai parar de fumar se realmente não estiver disposto aos sacrifícios que esse objetivo impõe. Não programe matricular-se numa academia se não é capaz de ajustar sua agenda e alterar seus hábitos pessoais para cumprir os compromissos exigidos. E por ai vai...
Recomendo que leia o artigo completo e entenda a estrutura do raciocínio que a jornalista usou para escrevê-lo. Ficou muito interessante. Depois resolva se você está disposto a fazer sua lista utilizando o mesmo princípio. Se não estiver, por favor, não engane a si próprio. Continue sua vida e vá "treinando" para assumir compromissos consigo mesmo. Um bom início seria procurar um Personal Coach e iniciar um ciclo de sessões para cumprir pelo menos um dos objetivos que considera fundamental para melhorar sua qualidade de vida.


10 Não Resoluções de Ano Novo
(ou por que não adianta fazer lista prometendo mundos e fundos que você não vai cumprir)  
ADRIANA KÜCHLER DA REVISTA DA FOLHA  

Todo dia 1º de janeiro ela (ou ele) faz tudo sempre igual. É hora de renovar a velha lista: parar de fumar, emagrecer, ser mais organizado... Resoluções de virada de ano que começam como um lindo passo em direção a uma vida melhor geralmente terminam como o vergonhoso primeiro fracasso do ano. Quem nunca fez a sua que atire a primeira bolinha de papel cheia de promessas e com nenhum item ticado.
A promessa desta reportagem não é repisar as histórias de sucesso de pessoas incríveis que conseguiram o que queriam somente na base da força de vontade, mas mostrar que, para mudar, às vezes, não basta decidir. A primeira dica para tornar reais os seus desejos é trocar palavras vagas, como resolução e promessa, por outras práticas, como planejamento e estratégia. Para ajudar, a reportagem desmontou os itens mais freqüentes das listas de Ano Novo em uma outra lista, de hábitos e comportamentos que têm de ser incorporados ou excluídos do seu dia-a-dia.
Antes de realizar, ops, planejar suas resoluções, reavalie a sua lista e considere os conselhos do psicólogo americano Robert R. Butterworth: faça apenas uma promessa, que seja realista e não fantasiosa, não conte para ninguém e, se falhar, não desista. Comece de novo. Mais chances de a sua resolução sair do papel e não terminar o ano no lixo do fracasso.

1: Entrar na academia
Encabeçando qualquer lista de resoluções, a decisão de entrar numa academia também sai na frente no ranking das que são abandonadas mais rapidamente.
Faça a coisa certa:
  • Escolha sem pressa
  • Experimente aulas de diferentes atividade físicas
  • Encontre companhia
Você vai acabar desistindo se...
  • Sentir vergonha do seu corpo
  • Usar a falta de tempo como desculpa esfarrapada
  • Não malhar com o pretexto de que a academia é muito cara
  • Se jogar na rotina de exercícios como se fosse experiente. 
2: Emagrecer

Só poucos sortudos podem comer o que querem e não engordar. A fórmula é a de sempre: controlar a alimentação e praticar exercícios. Difícil mesmo é manter o peso.
Faça a coisa certa:
  • Compre uma balança e não descuide do ponteiro
  • Para quem tem mais de dez quilos acima da altura, procure um médico
  • Encontre uma motivação
Você vai acabar desistindo se...
  • Exagerar no fim de semana
  • Adotar regime de curto prazo
  • Ceder ao efeito sanfona.
3: Quitar dívidas
Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender. Sem dúvida, a segunda parte do verso é bem mais fácil de cumprir do que a primeira. A primeira lição da cartilha é não gastar mais do que ganha.
Faça a coisa certa:
  • Procure credores e pague primeiro quem cobra juros altos
  • Economize nas contas da casa e nas compras do mês
  • Anote tudo o que gasta
Você vai acabar desistindo se...
  • Comprar impulsivamente
  • Usar o cartão de crédito ou o cheque especial.
4: Ler mais
Olhe bem para aquela gigantesca pilha de livros na mesinha de cabeceira e tome vergonha na cara. Há quanto tempo ela está ali mofando, sem que um livro seja terminado?
Faça a coisa certa:
  • Encontrar um livro que de fato lhe agrade
  • Compre antologias para ter mostras de vários escritores
  • Usar bolsas que permitam carregar livros
Você vai acabar desistindo se...
  • Comprar um livro porque ele está na lista dos mais vendidos
  • Não gostar de ficar só.
5: Parar de fumar
Se a sua persistência saiu para comprar cigarro e nunca mais voltou, não desanime. "O tabagismo é uma doença, e não uma escolha de vida", diz Jaqueline Scholz Issa, 43, coordenadora do núcleo antitabagismo do InCor.

Faça a coisa certa:
  • Repor a nicotina com chiclete
  • Avalie as situações que provocam recaídas
Você vai acabar desistindo se...
  • Acreditar que vontade basta
  • Levar uma vida estressada
  • Mantiver a rotina de fumante
  • Desistir para não engordar.
6: Ser mais organizado
Você se esforçou para deixar a casa um brinco, mas lá está o caos. A organizadora Cristina Papazian, 37, tem uma dica simples para a arrumação: determine o local de cada coisa pelo uso que você lhe dá.
Faça a coisa certa:
  • Use uma agenda
  • Descubra os horários ideais para os seus compromissos
  • Use cabides finos para as roupas e caixas transparentes
Você vai acabar desistindo se...
  • Achar que vai arrumar a casa toda em um fim de semana
  • Acumular trabalho.
7: Comer melhor
Leve uma vida verde. Seja zen. Coma de maneira saudável. Até quem já pratica atividade física e não carrega quilinhos extras tem de agüentar a patrulha da boa alimentação.
Faça a coisa certa:
  • Em vez de aderir a um regime, pequenas opções no dia-a-dia fazem a diferença
  • Montar um prato colorido com frutas e/ou vegetais
Você vai acabar desistindo se...
  • Abolir um tipo de alimento
  • Acreditar que light e diet são sinônimos de saudável
  • Comer bem e bem rápido.
8: Acordar cedo
 
Para acordar cedo é preciso dormir cedo. Ponto. Seu despertador agradece se você entender essa regra e parar de estapeá-lo toda manhã em troca de "só mais dez minutinhos".
Faça a coisa certa:
  • Sair da cama no minuto em que o despertador tocar
  • Se expor menos à luz à noite
  • Dormir com a janela aberta
  • Evite café, internet e exercícios 4 horas antes de dormir
Você vai acabar desistindo se...
  • Não dormir o suficiente
  • Lutar contra o despertador se você tem distúrbios do sono.
9: Ter mais tempo para a família
Seus amigos não aguentam mais levar bolo e sua mãe já desistiu dos almoços de domingo? Em vez do "vamos combinar", o psiquiatra Içami Tiba, 66, recomenda trocar o desejo pelo planejamento.
Faça a coisa certa:
  • Introduza a família e os amigos como tarefa na agenda
  • Aproveite o cinema com a cara-metade e convide amigos
Você vai acabar desistindo se...
  • Não planejar o fim de semana
  • Achar que está perdendo tempo (e dinheiro) enquanto está com a família e os amigos.
10: Controlar estresse
 
Todo mundo prega que devemos administrar o estresse, mas ninguém explica como. Para a psicóloga Marilda Lipp, 50, diretora do Centro Psicológico de Controle do Estresse, é preciso colocar outras resoluções desta lista em prática para alcançar esta: atividade física, alimentação, fumo...
Faça a coisa certa:
  • Ver os problemas à distância
  • Adotar uma técnica de relaxamento
Você vai acabar desistindo se...
  • For perfeccionista
  • Relaxar só no fim de semana.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Falar mal do chefe é saudável... É a melhor terapia ocupacional do mundo corporativo.

http://m.i.uol.com.br/estilo/2012/02/24/ilustracao-de-materia-de-comportamento-sobre-reclamar-no-trabalho-1330114233440_615x300.jpg


S

empre fiz piadas sobre o ato de "falar mal do chefe". Em 90% da minha vida profissional exerci funções de chefia e ao mesmo tempo fui subordinado, ou seja, tive um chefe e às vezes mais de um, até dois ou três. Uma loucura! 
Aliás, essa é uma cláusula do contrato de quem chega na chamada "alta administração": ninguém é chefe sem que haja alguém acima dele na trama da hierarquia. Por mais poderoso que alguém seja na sua caixinha sempre terá de prestar contas a alguém ou a alguns.  Vejam o exemplo do homem considerado o mais poderoso do mundo que é o presidente dos EUA! Até ele tem de se submeter ao controle do Congresso. Até os ditadores têm os seus controllers. É só conhecer um pouco de história...
Pela minha vivência no ambiente corporativo e a partir de um determinado momento de amadurecimento passei a considerar que "falar mal do chefe" era uma terapia para os "chefiados" entre os quais me incluo. Costumo dizer que “falar mal do chefe” é mais popular nas discussões do que falar de futebol.
Não foram poucas as vezes em que "flagrei" comandados meus "falando cobras de lagartos" de seu chefe, eu no caso... No início confesso que me incomodava muito. Cheguei a colocar alguns deles na "geladeira" porque ficava sabendo que se referiram a mim de forma pouco lisonjeira e publicamente. Essas coisas sempre chegam aos ouvidos do chefe.
Com o passar do tempo percebi que eu também fazia a mesma coisa... com os "meus chefes".  Então percebi a bobagem que estava cometendo em me importar com aquelas atitudes. Passei a relaxar e até querer saber com "detalhes sórdidos" o que "eles" falavam a meu respeito. Melhor ainda, passei a usar o sistema como parte do feedback que todo chefe precisa buscar em relação ao grupo de comanda.
Descobri mais. Aprendi que "falar mal do chefe" é uma terapia necessária para a boa saúde corporativa da equipe. Impossível evitar. Quando dois ou mais empregados se reunirem de forma que se sintam "seguros" eles sempre vão ter alguma coisa a criticar do seu chefe. 
Os temas são sempre recorrentes: estilo de chefia, modos e maneiras de tratar as pessoas, decisões tomadas sobre projetos importantes, alguma "injustiça" cometida contra um companheiro, preferências pessoas sobre determinados assessores, fofocas sobre o que o chefe disse ou fez... Enfim, a lista é infinita.
O importante é que haja alguma coisa que o chefe tenha feito ou deixado de fazer para que mereça ser comentado e normalmente de forma jocosa, desairosa e inconveniente. Reunir-se para falar bem do chefe, nem pensar! Quem o fizer vai entrar no “clube dos bajuladores, dos puxa-sacos”. Ninguém vai arriscar seu status para elogiar o chefe publicamente.
É só chegar de mansinho em alguma roda de conversas que vai conseguir ouvir e ver os gestos e as expressões. Se você for o chefe esqueça, nunca vai conseguir dar um "flagra", pois o pessoal conhece desde o toc-toc das passadas até o cheiro do perfume que o chefe usa. Normalmente vozes baixinhas e olhares suspeitos para os lados,  como que esperando que ele (ou algum "puxa") possa chegar a qualquer momento... Pode ficar certo que ali está sendo praticado o "esporte" mais popular do Brasil".
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4TVzNEHvoZa-fG8indhYXiEnQWixfzJfA3kZy_cDI0an-cmjPFLpfn6jvkfSJTzgctusSgxFMWEB5TqsAdSHdMSEqbcYrNkggn_tC14UaEM3_jBJGPveO1WWihdK_lObyYUTfOfIBrjho/s320/img-255x165.jpgCertamente existem limites que devem ser respeitados e para os quais um chefe deve estar de olho-vivo. Atenção para os exageros dos comentários. Por exemplo, o chefe não deve admitir comentários sobre sua vida pessoal ou que atinjam sua honra ou credibilidade. Isso pode ser facilmente transformado em boato e causar desarmonia no grupo. Um motim ou “operação corpo-mole” pode facilmente ser iniciada a partir dessas “reuniões para falar mal do chefe”. Cortar pela raiz esse tipo de conversinha é a atitude a ser tomada.
Um chefe que não esteja com o controle e a liderança do seu grupo vai pagar caro se não estiver absolutamente informado sobre tudo que se diga respeito dele nesses “círculos secretos” e sobre quem são os seus costumeiros “censores”.
Detalhe, atenção especial deve ser registrada para os movimentos dos “concorrentes” (colegas de gerencia ou de diretoria) que também gostam de aproveitar essas ondas para obter “vantagens competitivas” dentro da corporação. É uma guerra mesmo!
Para melhor ilustrar meu artigo coloco abaixo um texto da revista Você  que é sensacional. A repórter que produziu a matéria - Andrea Giardino -  foi muito feliz e conseguiu uma abordagem bem humorada e verdadeira sobre esse tema tão, digamos, instigante.
Na verdade falar mal do chefe não deixa ninguém feliz, mas que é uma atividade divertida isso é!

 http://clayrodrigues.files.wordpress.com/2009/12/g7_euodeio_foto3_alexandre_magno.jpg
Novas lições para domar uma antiga fera: SEU CHEFE (Andrea Giardino)

Conflitos entre líderes e subordinados estão longe de desaparecer. Conheça os mais atuais e descubra como se defender

http://vocesa.abril.com.br/css/img/logotipo-voce-sa.png
Clique e visite
Falar sobre o chefe é importante. Mais de 95% de todas as pessoas que trabalham têm um superior ou lideram uma equipe - ou ambos. Os líderes têm um papel relevante no dia a dia da empresa por que eles dão o tom que será seguido pelos demais empregados. Gestores equilibrados mantêm um ambiente produtivo sem elevar o nível de estresse do time. Porém, há estudos que mostram que sete em cada dez pessoas acham que lidar com o chefe é a parte mais estressante do trabalho.
Péssimos gestores podem causar danos à sua saúde. Uma pesquisa suíça, publicada no ano passado no jornal médico Occupational and Environmental Medicine, revela que profi ssionais que respondem a maus chefes têm de 20% a 40% mais chance de sofrer um ataque cardíaco. O levantamento acompanhou 3 122 trabalhadores por dez anos. Essas informações constam no livro Good Boss, Bad Boss: How to Be the Best and Learn from the Worst (algo como "Chefe bom, chefe mau: como ser o melhor e aprender com os piores"), de Robert Sutton, lançado no mês passado nos Estados Unidos pela Editora Business Plus e sem previsão de chegada ao Brasil. Robert é professor de gestão na universidade americana de Stanford e estuda assuntos relacionados à liderança há quase 30 anos.
Acredite-se ou não nos números expostos por Robert, o fato é que confrontos com o chefe vão continuar existindo. Hoje, os principais detonadores são a forte pressão por desempenho, as fusões e aquisições, que criam um ambiente de incerteza, e a chegada dos jovens, mais questionadores, às empresas.
No livro "Por Que as Pessoas Odeiam Seus Chefes?" (Editora Sextante), o consultor americano Bruce L. Katcher lista as reclamações dos funcionários a partir de um estudo feito por sua companhia. As principais queixas são: falta de reconhecimento, tratamento desrespeitoso e ausência de liberdade para opinar. Por aqui, as críticas são similares. No entanto, quem deseja alcançar postos mais altos precisa cuidar do relacionamento com os superiores.
Para a headhunter Fátima Zorzato, presidente da consultoria Russell Reynolds no Brasil, o segredo está em desenvolver uma boa química com a liderança — tentar alinhar estilos de trabalho e objetivos. Nas próximas páginas, você vai ler depoimentos de pessoas que tiveram problemas recentes com os superiores.
Para não expor os profissionais, não publicamos os nomes deles nem o da companhia para a qual trabalham. Também apresentamos os conflitos mais frequentes exibidos no canal Malhe Seu Chefe, do site da VOCÊ S/A. Trata-se de um fórum em que funcionários contam as agruras cometidas pelos gestores. Saiba como sobreviver a situações conflituosas com o chefe e garantir uma vida mais feliz no trabalho.
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"MEU CHEFE SÓ PROMOVE QUEM TEM QI QUEM INDICA"
Mesmo nas organizações que adotam políticas claras de carreira, as acusações de apadrinhamento continuam existindo. Uma multinacional suíça criou no ano passado um comitê de gestores para validar promoções, a fim de coibir escolhas baseadas exclusivamente na preferência do chefe. Resultado: as pessoas passaram a bajular todos os integrantes do comitê. A questão é estabelecer o limite entre política e politicagem. Fazer alianças e contar o que você está fazendo é importante para gravar seu nome na memória de quem decide: seu chefe ou, talvez mais importante, o chefe do seu chefe. "Uma empresa é feita de pessoas e a indicação faz parte do comportamento humano", diz o coach Silvio Celestino, da Alliance Coaching, de São Paulo. Em vez de se lamentar, deixe os outros saberem o que você anda fazendo e crie para si mesmo oportunidades de ser o indicado.

"O CARA É UM WORKAHOLIC"
Depoimento: "Meu chefe é do tipo que nos faz fi car até de madrugada. Ele não emenda feriado e, se o faz, dá um jeito de enviar pelo menos uns três ou quatro e-mails e quer que a gente responda na mesma hora". Recomendação: se você tem um chefe assim, estabeleça regras. Em boas empresas, hoje, os chefes têm a obrigação de zelar pelo clima. "Não é vergonha externar que você tem limites. Aliás, é bom porque o chefe terá parâmetros para saber se está exagerando, sobrecarregando você de coisas ou não", observa Fábio Lobo, presidente do iG.

"MEU GESTOR DIZ QUE NÃO GOSTA DE TRABALHAR COM MULHERES E HOMOSSEXUAIS"
Por incrível que pareça, demonstrações de preconceito ainda são comuns nas empresas. O que fazer num caso desse? Quando uma pessoa é ofendida gravemente, a reação natural é perder a cabeça e partir para a briga. No entanto, é interessante tentar se conter no primeiro momento. "Nada de desabar em prantos", diz Anna Chaia, presidente da L'Occitane, empresa de cosméticos. A melhor coisa a fazer, diz a executiva, é propor ao chefe encerrar a discussão momentaneamente. Vá para casa e esfrie a cabeça. Retome o assunto no dia seguinte e diga ao chefe que está se sentindo discriminado. "Isso é um caso grave, que o profissional tem o dever de tornar público", diz a coach Vicky Bloch. Portanto, não tenha medo de retaliações. "Se isso ocorrer, denuncie ao RH."