5 de nov de 2011

O poder da arrogância.

http://1.bp.blogspot.com/__gYAkt3JZDc/RidQQfai86I/AAAAAAAAAbA/XcNUXesjieE/s400/GOZA%C3%87%C3%83O+DIVINA.jpg
Nada como uma boa e inteligente gozação principalmente quando o interlocutor é aquele cara cheio de si espumando arrogância e "sabedoria" por todos os lados. Pessoalmente confesso a minha "natureza cruel" em ver estes tipos sofrerem constrangimentos por suas atitudes de falso poder ou de humilhação aos seus subordinados. Deve ser o meu "escorpião" faland mais alto...
Já vi muitos e ainda os vejo povoando os ambientes corporativos. E eles não aprendem! Os tipos são quase sempre semelhantes. Estereotipados a bem da verdade. Vaidosos, arrogantes e principalmente grosseiros são todos eles. Estas são suas características comuns. 
Também são normalmente inteligentes e preparados e não conseguem se desvencilhar dos seus acólitos apesar de tratá-los com supremo desprezo (atitude que os bajuladores absorvem com facilidade e direi... até com um certo prazer, doentio naturalmente).
Endeusados e crentes nas suas divindades passam a querer tratar todos no mesmo patamar de superioridade.  É neste momento aonde "a porca torce o rabo", pois normalmente batem de frente com outro da mesma "estirpe" e com mais poder ou então alguém do mesmo nível corporativo, mas independente que os enfrenta e os surpreende aos colocá-os em seus lugares de pessoas pequenas e de falso brilho.
Esta historinha, inteligente que só ela, ilustra com humor este aspecto muito comum no mundo corporativo. Leia-a, divirta-se e... Aprenda.

http://www.reflexaodevida.com.br/anistar.gif

O PODER DE UM CRACHÁ


Um policial federal vai a uma fazenda e diz ao dono, um velho fazendeiro:
- Preciso inspecionar sua fazenda. Há uma denúncia de plantação ilegal de maconha.
O fazendeiro diz: -Ok, mas não vá naquele campo ali." E aponta para uma determinada área.
O oficial puto da vida diz indignado: - O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?" e tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro:
-Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero.... e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? me fiz entender?"
http://alexandrerolim.zip.net/images/touro.gif
O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.
Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda.  A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O oficial está apavorado.

O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:
- "Seu Crachá, mostra a ele o seu CRACHÁ!”


Este post foi publicado originalmente no blog no dia 18/5/2010. Estou recolocando-o com algumas edições tendo em vista sua aceitação e atualidade.

4 comentários:

  1. kkkkk, muito boa!! E como esse oficial, existem muitos por esse mundo afora. Arrogantes, donos de si, cheios de falar bonito e que se usam de um cargo superior ou coisas parecidas para julgar, humilhar e mandar nos inferiores. Só eles sabem de tudo e só eles podem fazer tudo!! E como você falou: Por mais momentos constrangedores que passam, não servem como lição para descer no pedestau. Incrível o seu humano, não é mesmo??
    Acredito que peratnte Deus somos todos iguais e isso é o que vale!
    Uma linda semana p/vc!!

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  2. Físico-química aplicada às relações de poder na sociedade


    A Wikipedia define que osmose é o processo criado pelo movimento da água entre meios com concentrações diferentes de solutos separados por uma membrana semipermeável. É um processo físico-químico importante na sobrevivência das células, podendo ser entendida como um tipo especial de difusão em seres vivos.
    O crachá da historinha é o exemplo cabal da pobreza moral e cívica de alguns indivíduos, assim como de algumas sociedades. O tal do crachá, assim como a tal da carteira preta equipada com um brasão da república em metálico estilizado (fabricado em algum fundo de quintal de uma periferia distante, e abandonada por aqueles que justamente detêm aquilo que tais instrumentos de ostentação de poder procuram comprovar), são símbolos máximos de uma pretensa autoridade no exercício de suas funções.
    Mas qual autoridade?
    Seria aquela conquistada pela demonstração de competência e capacidade necessárias para que o intitulado “autoridade” seja respeitado por seus assemelhados e/ou governados?
    Ou então aquela construída e conquistada pelo notório e legítimo saber e conhecimento, que dispensa qualquer ostentação de sua grandeza?
    Ou seria aquela conquistada simplesmente por estar o nome do interessado a bordo de uma portaria governamental ou contrato de trabalho, concedendo assim ao felizardo poder e glória?
    A verdadeira autoridade é aquela cujo dignitário a conquista quando exercita o poder da forma correta, apropriada, dentro dos limites impostos pela lei, lei esta elaborada para o atendimento das aspirações da sociedade que lhe conferiu, em seu nome, a autoridade necessária para a defesa dos legítimos interesses desta mesma sociedade. E não os interesses do portador da autoridade investida de forma transitória e momentânea. Daí nascem os famosos “Dotô”, portadores de vistosas e autênticas carteiras pretas, que invariavelmente, quando apresentadas nas situações de conflito e disputa, vem acompanhada da também não menos famosa e lastimável frase:

    - Você sabe com quem está falando???

    E o que a osmose tem a ver com isso? Na verdade, a osmose aplicada nas relações sociais também demonstra outro deplorável processo de aquisição de poder e autoridade: aquele advindo do convívio de pessoas desprovidas de valores pessoais próprios com as nominadas autoridades, e que dependem da absorção de algum valor pessoal dos mesmos. E qual é o valor que é geralmente transferido? Justamente a aura de poder emanada pelas autoridades do tipo “Dotô”.
    Assim, vemos assessores, motoristas, porteiros, domésticas e, sobretudo secretárias, que de tanto conviverem com o poder que irradia de algumas personalidades, públicas ou privadas, absorvem-no e comportam-se também como hipotéticas autoridades. Adquirem assim, autoridade por osmose.
    Solução?

    - Osmose reversa neles!!!!!

    José Brain

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  3. Foi só falar no rabo que aparece o capeta.
    Ontem à tarde, dentre meus diversos afazeres, surgiu a necessidade de conversar com um amigo meu, expoente de um órgão público.
    Reproduzo abaixo o diálogo.

    _ Alô, gostaria de falar com o Pedro Xavier.

    _ Com quem?
    (Secretária respondendo)

    _ Com o Pedro Xavier.

    _ Ah, o Dr. Pedro Xavier?

    _ Isso mesmo.
    (Quem mais poderia ser? O Pedro Xavier não é o Doutor Pedro Xavier?)

    _ Quem gostaria de falar com ele?
    (Essa pergunta também é chave. Dependendo do que o interlocutor responder, ganha mais respeito. Ou não)

    _ José Brain.

    _ Quem?
    (E olha que ela me conhece pessoalmente)

    _ José Brain.

    _ Ah, Dr. José Brain?

    E suspirando, disse por fim:

    _ É, é ele mesmo....

    Não tem jeito, mesmo quando a gente não quer (e não precisa), você vira doutor...

    José Brain, cidadão brasileiro comum

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  4. Não há como deixar passar em branco.
    A propaganda do novo Fiesta 2011 dá um exemplo clássico de titulação por osmose patrimonial.
    Na tal da propaganda, o sujeito encosta no portão de um prédio e o porteiro vem ter com o motorista para uma rápida conversa. Nesta obra-prima do culto ao poder advindo do bem material, o porteiro (mais uma vez...) nomeia o piloto com qual título? Advinhem...

    Rapaz encosta o carro na frente do portão de um prédio e diz:

    - Para mim, o carro é bom quando o porteiro do prédio que eu não moro abre o portão para eu entrar.

    O porteiro se aproxima e dispara:

    - Você não mora aqui, né??

    O motorista confirma com a cabeça.
    E o porteiro olhando admirado para o carro:

    - Quer que lava “dotô”?

    Aí o rapaz vira para a camara e diz:

    - Virei até “dotô” !!!

    Nem preciso me alongar mais, não é mesmo?

    Saudações,


    José Brain
    Ainda não "dotô" por ter apenas um carro ano 94 modelo 95...

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