30 de mai de 2009

Postura da mulher corporativa (HSM)


Apresento-lhes, mais uma vez, links e artigos que recebo pela Newletter da HSM. É material de primeirissima qualidade e atual pois ainda não está (porque não houve tempo) dosponibilizado na internet pelos sites de consultoria. Fiz uma pequena inovação para a postagem, qual seja, além de publicar os links de acesso ao site original transcrevi os artigos que achei mais interessantes e publiquei alguns dos comentários que os leitores fazem no proprio sitio da HSM. Achei que o efeito ficou legal.
O titulo do post é o mesmo de um dos artigos que considerei o mais destacado.
Clique nos links e aproveite. São textos (super) selecionados e com alto nível de informação para nós, habitantes dos mundos corporativos.


Como gerir pessoas




Veja algumas dicas importantes preparadas por especialista que aponta como fazer gestão a partir do perfil comportamental do funcionário, identificando as qualidades necessárias para os cargos ocupados nas equipes.
Hoje, de acordo com a ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) o Brasil tem aproximadamente seis milhões de empresas e um milhão de profissionais que atuam em gestão de pessoas, seja em recursos humanos, ou como supervisores, gerentes, diretores ou presidentes.

É um número pequeno, comparado à nossa população, mas é evidente que crescerá ainda mais nos próximos anos. Além disso, pequenas e médias empresas também estão atentas à importância da gestão de pessoas, pois o capital humano é o bem mais precioso atualmente. Isso sem falar que várias áreas como logística, transportes, jurídica, tecnologia, entre outras, estão despertando para a necessidade dessa atividade, já que a produtividade está diretamente ligada às pessoas satisfeitas e felizes dentro das companhias.

Porém, gerir pessoas não é só criar sistemas de benefícios, fazer relatórios, ou outras atividades rotineiras. Vai muito além, pois é preciso saber como gerir e, mais importante que isso: conhecer os colaboradores a fundo e permitir que as pessoas certas estejam nos cargos certos. Além de evitar turn overs, agir com sabedoria torna o clima organizacional muito mais agradável.

Mas para isso, é importante seguir algumas dicas importantes:

- além do currículo, na hora de contratar, o gestor precisa saber qual é o perfil comportamental adequado para o cargo. E isso pode ser obtido com importantes soluções tecnológicas bastante acessíveis para empresas de todos os portes, hoje em dia. Entre elas, estão diversas modalidades de relatórios, que se utilizam do PPA (Análise de Perfil Pessoal), que provê uma percepção ampla sobre o comportamento dos indivíduos no trabalho, respondendo a questões como: quais são seus pontos fortes e limitações? Eles têm iniciativa? Como se comunicam? O que normalmente os motiva?

- se um colaborador não está produzindo de acordo com as metas, em vez de demitir, procure saber qual é o seu perfil comportamental e, se possível, mude-o de posição. Além de economizar com indenizações etc., a pessoa já conhecerá os valores da empresa;

- é importante conhecer o perfil comportamental de toda a equipe gerida, assim o gestor pode ter uma visão macro de seus colaboradores, que vai além das competências profissionais de cada um deles;

- em momentos críticos, como cortes de colaboradores, por exemplo, é fundamental avaliar o comportamento dos envolvidos. Dessa maneira, o gestor consegue saber quem são os funcionários com potencial a ser aproveitado e podem demitir outros que não tenham um comportamento adequado. Além de evitar injustiças, mantém os profissionais certos na empresa.

As ferramentas atuais para ajudar os gestores estão cada vez mais modernas e com custos reduzidos, assim todos podem otimizar suas gestões, a exemplo de grandes empresas que fazem isso há muitos anos.

Por Victor Martinez (especialista em treinamentos comportamentais e gestão de pessoas. É CEO da Thomas Brasil e Vice-presidente de Operações da Thomas International Latinoamericana. Ainda é palestrante e consultor de empresas de grande porte, como Pirelli, Pfizer, Gol, Yamaha, Telemar, entre outras)


Espaço do leitor
Comentários:
Editor - HSM Online disse:
Maio 13 de 2009 às 14:49 hs.
Olá aos usuários do portal HSM Online. Primeiramente, gostaria de agradecer a visita e participação, toda contribuição é sempre bem-vinda. Para deixar claro, publicamos este artigo apenas com o objetivo de reflexão. Como foi solicitado um maior detalhamento sobre o assunto, vamos publicar novas matérias mais detalhadas sobre os temas abordados neste texto. Assim, o entendimento será melhor. Novamente, agradecemos a participação de todos. E fiquem à vontade para enviar suas sugestões, críticas e comentários.
Walter disse:
Maio 12 de 2009 às 13:37 hs.
O título é FORTÍSSIMO e por isso, chama a nossa atenção. Portanto, o texto apresenta o conteúdo muito genérico, sem uma estrutura de conteúdo que explica "o como". Bataria mostrar o caminho com passos da estrutura do "como fazer" e, a partir daí, o interessado extrapola e cria.
Geraldo de Oliveira Jesus disse:
Maio 12 de 2009 às 08:11 hs.
O tema é interessante mas, lamentavelmente, o autor não o tratou com a profundidade necessária.Sugiro convidar outros autores a se manifestarem.Abraço.
Marcelo Faria disse:
Maio 11 de 2009 às 16:57 hs.
Materia propaganda da Thomas International. Baixo conteúdo conceitual para análise e julgamento de valor. Sugiro, até por conta do valor pago pela publicação, que as matérias tenham maior conteúdo e deixem de servir como propaganda gratuita para empresas de consultoria e serviços.
Luiz C Santos - Bauru/SP disse:
Maio 11 de 2009 às 15:44 hs.
É muito difícil mudar comportamentos, ou mesmo competências sem antes mudar nosso sistema educacional. A orientação para submissão parte dos bancos escolares e seguem até a faculdade. É incrível como instituições como o SENAI, por exemplo, utiliza métodos acadêmicos do inicio do século XIX. Em sua base, ensinam somente a fazer o mínimo necessário e não orientam ao trabalho em equipe e para a pesquisa como aprendizado em novas tecnologias. Na maioria das empresas seguimos o mesmo método na contratação, não contratam por competência em aprender ou mesmo colaborar, mais sim para se adequar a uma posição já padronizada,É certo que os bancos escolares não serão a plenitude eduacaional, mas devem ao mínimo educar para que nosso trabalhadores tenham sede de aprendizado e que sejam flexíveis na atuação. Pelo lado das empresas, precisamos aprender a contratar a quem, alem do conhecimento profissional, tenha vontade de aprender.Se faz necessário o modelo de um novo profissional e não somente um novo modelo de Gestão de Pessoas!



As mulheres apresentam posturas distintas dos homens nas empresas, confira quais são as diferenças e suas implicações.




As mulheres apresentam posturas distintas dos homens nas empresas, confira quais são as diferenças e suas implicações.

Ao longo da história identificamos quatro maneiras distintas de relacionamento entre mulheres e homens no ambiente de trabalho.

Podemos descrever estes modelos alternativos sob os seguintes títulos: Dependência, Co-Dependência, Independência e Interdependência.

Vamos examinar o perfil de cada alternativa e suas implicações:

1. DEPENDÊNCIA – trata-se de uma fase de relacionamento infantilizado em que as mulheres desempenham papéis subalternos. Em decorrência, é esperado que elas se mostrem simpáticas, modestas e vulneráveis à autoridade exercida pelos homens.

- Exemplo: a secretária que se dedica a servir cafezinho e digitar as cartas ditadas pelo chefe, sem autonomia para contribuir em atividades mais complexas.

2. CO-DEPENDÊNCIA – relacionamento entre homens e mulheres caracterizado por um equilíbrio sim biótico cujas implicações empobrecem a ambos.

- Exemplo: o estereótipo de que só os homens podem tomar decisões racionais e só as mulheres podem exercitar a intuição, também chamada de sexto sentido feminino.

3. INDEPENDÊNCIA – fase caracterizada por uma competição predatória entre homens e mulheres, com conseqüências danosas para ambos os lados. Neste modelo, para desempenhar funções de liderança, a mulher precisa provar que é dez vezes melhor que o homem nas mesmas condições.

- Exemplo: Mulheres executivas que procuram imitar os hábitos e comportamentos masculinos para se sobressaírem em culturas organizacionais tipicamente machistas.

4. INTERDEPENDÊNCIA – relacionamento sinérgico em que homens e mulheres desempenham papéis complementares, respeitadas as
peculiaridades masculinas e femininas, sem “reserva de mercado”.
Nesta fase, ambos exercem as diferentes funções de um trabalho em equipe, incluindo a liderança, em igualdade de condições e oportunidades.

- Exemplo: Coordenação de projetos em equipes multifuncionais e interdisciplinares.

CONCLUSÕES:

- Estes quatro modelos ainda são encontrados em diferentes empresas e organizações no mercado de trabalho.

- Não se trata de uma evolução em que as mulheres necessariamente tenham que passar pelos quatro modelos.

- Assim, pode-se iniciar uma carreira em qualquer um dos quatro modelos.

- Há mulheres que exercem suas funções em um único modelo ao longo de toda sua carreira profissional.

- Outras podem desempenhar suas funções migrando de um modelo para outro.

- E, finalmente, há mulheres que jamais experimentarão o relacionamento característico de determinado modelo.

Por Américo Marques Ferreira (Consultor Sênior do Instituto MVC, autor de programas e-learning e DVDs em Gestão da Mudança e Team Building)


Espaço do leitor
Comentários:
Nívia N. disse:
Maio 15 de 2009 às 08:41 hs.
Bem, com todos os comentários, ainda sim é válido citar que infelizmente há mulheres que realmente jamais passarão por está experiência, devido viverem em um mundo machista, onde ser dona de casa, cuidar do marido e filhos é sua única profissão. Ainda que não deixe de exercer e atuar nos quatro modelos. Viva á essas mulheres.
Eu disse:
Maio 13 de 2009 às 15:41 hs.
Sou a unica engenheira de software em um grupo de muito grande de homens e ja venho trabalhando nesse ritmo a mais de 10 anos e posso afirmar que esse tipo de coisa acontece sim. Nao falo em cafezinhos ou lindos sorrisos como exemplo, mas sim em que situacoes de trabalhos que ninguem gosta de fazer, ou fica para os estagiarios ou eles tentam empurrar para a mulher do grupo. Vai de voce dizer se veio ou nao fazer aquele trabalho. A maturidade da postura da mulher, bem como a maturidade da postura de todo um grupo, mesmo sendo somente de homens e vc a unica mulher, depende exclusivamente dela.
Editor - HSM Online disse:
Maio 13 de 2009 às 14:35 hs.
Olá, Sandra. Primeiramente, gostaria de agradecer a sua visita e participação no portal HSM Online. Gostaria de lembrar que artigos são assinados por seus autores e, claramente, carregam bastante impressões e opiniões pessoais. Nós devemos respeitar. Novamente, agradecemos a sua participação. E fique à vontade para enviar suas sugestões, críticas e comentários.
Ana Sena disse:
Maio 13 de 2009 às 13:47 hs.
Caro Américo,Eu seria um ótimo estudo de caso para sua pesquisa, pois, me enxerguei no modelo de dependência quando fui secretária, acho que desempenhei bem o papel de servir com um lindo sorriso no rosto, isto não me diminuiu e poderia ter ficado assim para o resto da vida se ganhasse bem. Passei pela co-dependência quando encontrei o líder dos sonhos, muitas vezes a idéia era minha, mas, só me sentia segura quando ele dizia "muito bem!". Agora vivo uma fase predatória de independência onde tenho que me esforçar muito para ser ouvida, sempre tendo que puxar muito embasamento e conhecimento de causa para defender meu ponto de vista, isto é muito desgastante, ter que em toda rodada provar minha competência. Meu sonho ou alvo é a interdependência, mas, eu acho que além do nosso comportamento natural, a estrutura da organização e seus valores propiciam a existência do modelo de independência.
Ana Danielle S. Carneiro disse:
Maio 12 de 2009 às 10:53 hs.
Não concordo em parte, como muito bem falou a Profa. Sandra, pra se fazer determinados comentários se faz necessário ter um embasamento de pesquisa que fundamente as nossas observações, ainda mais quando se trata de comportamento. Eu acredito que exista sim, comportamentos variados de ambos os sexos. Tanto o homem quanto a mulher pode ter uma tendência negativa de comportamento diante de certas funções e situações. Trabalho há muito anos em indústrias, onde a mioria dos colegas são do sexo masculino e nunca tivemos disputas. Mas cada pessoa tem uam tendência comportamental. Acredito que o melhor é potencializar o que as pessoas tem de bom e tentar trabalhar os pontos negativos afim de se ter um clima de trabalho saudável. Sou Ana Danielle, empresária do ramos de alimentos em Riachão do Jacuiep - Ba
Sandra Regina Rüdiger Ayyad disse:
Maio 12 de 2009 às 08:56 hs.
Não concordo nem em gênero nem em número e muito menos em grau com os comentários deste artigo e gostaria muito em saber quais foram as bases acadêmicas e/ou metodológicas sobre suas "CONCLUSÕES". o que vejo no mundo que convivo há mais de 26 anos como Executiva em RH e também Consultora é o seguinte: 1. Mêdo dos homens em perder seu espaço para nós mulheres;2. Alguns homens parecem verdadeiros "bananas" na hora de realmente Existir dentro de uma organização;3. Precisam do nosso apoio, principalmente para tudo;4. Quando não conseguem o querem apelam para o "machismo" principalmente em empresas nacionais.Profa. Consultora e autora Sandra Regina Rüdiger Ayyad - Especialista em Liderança e Motivação.






A banalização do networking
Uso incorreto das redes de contatos virtuais banaliza o conceito de networking e pode implicar em perdas de boas oportunidades.






O planejamento estratégico depende inevitavelmente da execução das atividades. Leia mais!



O planejamento estratégico depende inevitavelmente da execução das atividades.

Nas últimas décadas, a expressão “planejamento estratégico” é presença constante nas discussões sobre gestão, qualquer que seja o tipo de empresa, de prestadoras de serviços a produtoras de bens, de organizações públicas a privadas, de micro a grandes instituições. A despeito da suposta adoção maciça desta prática, a crise mundial pegou muitos setores desprevenidos. Será que eles não tinham um planejamento estratégico ou este não foi devidamente elaborado?

Podemos dizer que as micro e pequenas empresas não têm um planejamento estratégico formal, ou seja, elaborado por meio de um modelo que facilite a tomada de decisões. É possível, também, afirmar que as grandes empresas, que costumam ter este tipo de plano, mas ainda assim se encontram em apuros, talvez não tenham previsto os riscos do mercado financeiro e suas conseqüências drásticas para a economia real. No entanto, é incomum entre os especialistas em gestão atribuir estes resultados negativos não ao modelo adotado, mas à equivocada consecução do que foi planejado.

Se houve falha no detalhamento das diretrizes, isto pode denotar falta de visão do planejador. Porém, a organização pode não ter cumprido com o que foi planejado. No primeiro caso temos um problema individual, originado exclusivamente por aquele que planejou. No segundo caso, a questão se coloca de modo coletivo, pois a maioria dos funcionários provavelmente deixou de cumprir com que estava estabelecido, ou não o executou corretamente.

Este fato é mais corriqueiro do que se poderia imaginar. Um dos motivos mais frequentes é que as empresas que se vêem às voltas com uma série complexa de metas a serem atingidas tendem a ser dispersivas no cumprimento destas. Por outro lado, organizações que definem um número mais modesto de objetivos podem direcionar seus esforços com mais propriedade.

Outra face deste problema é a falta de correta tradução das metas da empresa na forma de tarefas simples e que todos os funcionários sejam capazes de entender – quando não há compreensão de “onde se quer chegar” o “como chegar”, qualquer caminho escolhido ou resultado que se obtenha será considerado válido.

No centro desta questão do planejamento deve ser transmitida, de modo bem claro, a idéia de qualidade que os funcionários devem perceber e adotar ao executar suas tarefas. Isto pode ter vários nomes na empresa. Comprometimento é um deles, mas também podemos citar: remuneração adequada, liderança, motivação, descentralização de decisões e assim por diante.

Em síntese, a mensagem que desejamos deixar é esta: sem planejamento não se chega a lugar algum! Sobre isso não resta qualquer dúvida, assim como o fato de que planejar é uma arte. O que boa parte das pessoas ainda não entendeu muito bem é que nem o melhor planejamento do mundo trará resultados se não for implantado corretamente – e isto depende do empenho de todos os funcionários, que devem estar devidamente municiados de informações.

Ainda que, muitas vezes, os resultados de um bom planejamento demorem a ser atingidos, a receita é muito simples:

1. Definir um número reduzido de metas para a organização e fazê-lo de modo claro;
2. Traduzir estas metas em tarefas compreensíveis por todas as áreas que compõem a empresa;
3. Capacitar constantemente os colaboradores para que estes possam cumprir suas tarefas;
4. Desenvolver processos de liderança, motivação e trabalho em equipes;

5. Controlar os resultados e corrigir rapidamente as distorções.

Por Paulo Roberto Lucas de Oliveira (economista, consultor empresarial em planejamento e gestão estratégica de negócios e coordenador de pós-graduação das Faculdades Rio Branco)


Espaço do leitor
Comentários:
A. R. Pacheco disse:
Maio 26 de 2009 às 15:19 hs.
Um modelo de negócio se baseia em Processos, Tecnologias e Pessoas. Sem pessoas motivadas e devidamente comprometidas com os negócios ou projetos da empresa não existem planejamentos que possam dar certo ou metas que possam ser alcançadas. Pessoas fazem processos e tecnologias, invista nas pessoas e terás o retorno que desejas.
HARRY NICOLAU jOHANN disse:
Maio 19 de 2009 às 07:15 hs.
Referente ao artigo, existem um inimigo oculto de todo planejamento estratégico, chamado " gaveta"... Quantas obras bem acabadas existem dentro destes monstros, bem abaixo de nós. A diferença chama-se liderança!!!! Se há dentro da organização e é percebida, gera confiança e dita o ritmo das ações, temos grande possibilidade de ver o sucesso desta ferramenta!!! Agregaria aos micros, pequenos e médios , que não tenham medo da competittividade, façam associações com programas de produtividade e qualidade e " muito trabalho"!!!
Carlos Sgarbi disse:
Maio 18 de 2009 às 14:43 hs.
Tão importante quanto o planejamento estratégico o qual atende a uma das fases da administração moderna (planejar, dirigir, coordenar e controlar), está a GestãoEestratégica que é aquele conjunto de ações exercidas pelos gestores que permitirão ter a certeza de que o Plano Estratégico será adequadamente executado, e mais ainda: que o plano será continuamente reavaliado em suas diretrizes e estratégias em antecipação aos movimentos que impedem ou impedirão as metas e obejtivos de serem alcançados.
Alexandre Sodré disse:
Maio 18 de 2009 às 11:06 hs.
Corretamente colocado pelo nosso Cronista. Planejamento é importante em qualquer época ou tipo de empresa. O mais importante do Planejamento Estratégico é exatamente a clareza e o comprometimento com os objetivos e diretrizes pautados. Empresa que produz um trabalho somente para dizer que é "moderna", e que não define metas proporcionais ao suas diretrizes, tende a funcionar caótica, dentro do mercado que atua, assim como, seus funcionérios e direção trabalham disassociados do objetivo principal.Resultado : em qualquer soluço do mercado ( quanto mais uma crise que se instala) , a empresa sofre ou até mesmo , quebra, pois não consegue responder e se organizar para se adaptar ou responder as dificuldades e problemas que enfrentam.Muito boa a visão do Autor !!!
Divaldo Saraiva (Gerente Administrativo) disse:
Maio 14 de 2009 às 20:20 hs.
Ótimo artigo! Você disse tudo o que acontece na realidade das empresas hoje no Brasil. Nós gestores, temos a responsabilidade de mudar esta imagem de idealizadores e não executores.
Luiz Henrique disse:
Maio 14 de 2009 às 18:01 hs.
Texto bem escrito, porem espero mais quando um trabalho eh intitulado "artigo". Ainda mais nesse forum/meio. Creio que devemos questionar o obvio, e o conteudo apresentado traz eh um pouco disso. Com o devido respeito ao profissional que o escreveu, fico aguardando o proximo, pois o tema eh muito relevante.
Suleander Zahn disse:
Maio 13 de 2009 às 08:40 hs.
Excelente artigo. Mostra de forma muito clara por que tantas pessoas não atingem seus objetivos, pela falta de ação. Em outras palavras, uma pessoa não é medida pelo tamanho de seus sonhos (planejamento), mas por suas realizações (execução).
Walter disse:
Maio 12 de 2009 às 13:51 hs.
Muito bom o artigo. Sabemos que o Planejamento Estratégico,tem um papel importantíssimo nas organizações.O grande desafio,acretido eu, está nas habilidades dos gestores em fazer funcionar o todo o planejamento estratégico dentro da cultura da empresa. As posturas de condução dos processos em empresa micro, pequenas empresas é totalmente diferentes em uma grande empresa. Valeu
Valmir Cimenti disse:
Maio 12 de 2009 às 10:28 hs.
Muito bom este artigo, realmente as empresas precisam ter um planejamento estratégico, mas muitas vezes não acompanham a evolução do mercado por isso vemos tantas empresas em dificuldades nos dias de hoje após o início da crise financeira mundial. Sugiro que as empresas monitorem melhor o mercado e faça os ajustes necessários nos seus objetivos e informe a todos os stakeholders suas metas, pois muitas vezes estes não os conhecem com clareza necessária. valmir00@yahoo.com.br
Joilson S. Calasans disse:
Maio 12 de 2009 às 09:53 hs.
Adorei o artigo e espero que possemos refletir sobe o mesmo como disse meu colega o jargão " papel aceita tudo" esta com dias contados e a prova disso é o Planejamento Estratégico, bem elaborado e monitorado sempre.
GUILHERME SANTOS(Gestor Comercial) disse:
Maio 12 de 2009 às 09:46 hs.
Excelente artigo. O que percebemos atualmente é que a questão do Planejamento Estratégico, não é levado tão a sério como deveria, em todos os setores nos deparamos com pessoas que se lançam no mercado empiricamente. Há casos de sucesso, como por exemplo o "Manuel da Padaria", porém a probabilidade de um negócío ser viavél sem um planejamento é bem menor se tal ferramenta fosse utilizada.
Gerlando Araújo da Costa disse:
Maio 12 de 2009 às 07:12 hs.
Parabéns pelo artigo! pelo visto, muitas empresas "brincam" de fazer planejamento, esquecem aquela velha frase que "papel aceita tudo" e acabam pondo em risco o resultado de uma vida inteira de trabalho de uma organização.Gerlando Araújo (Supv. Comercial)
Fabiana Bassinello de Paula Borges disse:
Maio 11 de 2009 às 15:06 hs.
Muito bom o artigo!Na atual realidade econômica ou vc se posiciona estratégicamente ou não tem lugar no mercado...Fabiana Borges (empresária)
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